Recebi um email muito interessante de um colega meu que é um minucioso observador das práticas e dos comportamentos dentro das organizações em que trabalha. É uma narração bastante emblemática do que cada vez mais ocorre dentro das empresas. Veja só:
“Contratei Laura há um par de anos. Sua bagagem técnica, somada à sua habilidade para fazer as coisas acontecerem, fez dela a escolha ideal para assumir a posição de gerente de projetos na minha equipe.
Mudanças À Vista
As coisas mudam. Seis meses mais tarde, a empresa foi reestruturada e minha equipe foi desmantelada e dividida entre várias outras. O time de talento que construí foi incorporado em outras equipes para ajudá-las a crescerem. Laura foi alocada num grupo onde suas habilidades eram realmente demandadas. Ela se encaixou perfeitamente e imediatamente se tornou uma integrante produtiva nesta nova equipe.
E Mais Mudanças…
Mais mudanças. Essa nova equipe foi dissolvida. Seu novo chefe foi demitido. Laura foi transferida para um outro time. Desta vez, ela não se encaixou tão bem no grupo. Outros integrantes da equipe tinham as mesmas habilidades dela, portanto o que ela oferecia era mais redundante do que propriamente um talento único. Seu novo chefe a designou para uma tarefa que não estava alinhada com o seu perfil. Ela se esforçava sobre a mesma, mas não alcançava um desempenho à altura do seu padrão usual.
Semana passada, eu a vi. Laura estava do outro lado do saguão, longe demais para que pudesse falar com ela. Entretanto, sua linguagem corporal falava alto e era muito clara. Sua cabeça estava baixa. Seu sorriso a havia abandonado. Aquela vívida elasticidade sumira de seus movimentos. Mesmo para o nosso estilo casual, suas roupas pareciam pouco profissionais. A mulher talentosa, motivada e vencedora que eu havia contratado havia se transformado numa robô desmotivada.
Sem Mudanças
É realmente triste ver a Laura desta forma. Ela é uma boa mulher e estou seguro que se sente mal por não ter tido habilidade o suficiente para lidar com a tarefa a qual foi designada. Entretanto, Pablo, é pela nossa empresa que me sinto triste. Eles perderam a funcionária brilhante, comprometida, que dá duro e com competência de fazer muitas coisas bem acima da média.
Ao invés de utilizar esta funcionária fora-de-série numa posição onde pudesse se superar, a empresa a deslocou para um lugar onde ela fracassou. Ao invés de realocá-la de volta para sua posição original ou experimentá-la numa nova função, a empresa a deixou onde está e efetivamente acabou rotulando-a como fracassada. Não tenho duvida alguma que Laura estará em breve numa outra empresa, tão logo consiga encontrar um posição adequada. Ela vai se dar bem lá. É uma profissional com grande potencial. Nossa empresa não podia se dar o luxo de perder pessoas de talento, mas nós perdemos a Laura… Por enquanto, nós ainda contamos com a sua presença, mas sua essência não está mais conosco.”
Lidando Com Esta Questão
Imagino que você já vivenciou histórias semelhantes ou ao menos ouviu narrativas parecidas… A lição que quero dividir com você é simples. Encontre e recrute as melhores pessoas que puder. Coloque-as nos lugares onde elas podem dar o seu melhor e deixe-as fazer o trabalho para o qual foram contratadas. Ajude seu time a ter êxito e sua empresa terá êxito. É simples… mas não é fácil.
Para ampliar o seu leque de respostas às diferentes situações, conte com um coach.
Pablo
Pablo,
Infelizmente vemos esse tipo de acontecimento ocorrer nas organizaçoes.
Isso é o resultado da falta de gestao de pessoas, de avaliar periodicamente cada funcionario da equipe. Tenho certeza de que se houvesse com a Laura uma avaliaçao de performance pelo menos uma vez por ano, nada disso teria acontecido, pois nessas avaliaçoes temos a oportunidade de saber se o funcionario enfrenta algum tipo de problema e ainda de propor algumas mudanças para que nao se perca o potencial desse profissional.
Avaliaçao de performance nos possibilita a entender, por exemplo, os motivos pelos quais o profissional nao tem mais aquele brilho, aquela dedicaçao.
Abraço
Cesar Merigo
Pablo,
Parabéns pelo artigo. Ele não só é espetacular, mas também diz um pouco como me sinto neste momento. Realmente ainda trabalho no mesmo lugar, mas minha essência já se foi.
Abs,
Fabiana Pimentel
Muito bom artigo, parabéns Pablo.
Fabiana, acredito que não devemos perder a nossa essência, quando se percebe que não estamos sendo tão útil em algum lugar, seja uma empresa, casa de pessoas conhecidas, uma festa ou mesmo em um relacionamento. temos que erguer a cabeça e MUDAR. O mundo é muito grande e as oportunidades são inúmeras, não deixa a sua essência acabar pois pode ser tarde pra se acordar. Estude, cante, beba, ria, faça algo, menos esperar.
Desejo de coração possas dar a volta por cima.
Caro Pablo
Bom dia,
Este texto é muito bom e espelha o que efetivamente ocorreu com Laura…acaba de ocorrer comigo. No entanto, assim como Laura, tenho certeza que em breve estarei novamente seguindo nossa vida profissional.
Parabéns pelo texto.
Abs
MARCOS
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Group: VOCE S/A
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Casos como o da Laura são vistos com razoável frequencia nas empresas. Apesar de termos passado pela “economia da informação” e estarmos voltando nossa atenção à sustentabilidade e à preocupação por um “planeta mais inteligente” (referência à IBM), temos que devenvolver muito as capacidades pessoais. É preciso posicionar as pessoas nas equipes e nos trabalhos que estejam relacionados ao perfil de cada uma delas. Mais que isso, temos que ter a sensibilidade de ver quais os potenciais cada pessoa tem e promover ambientes e situações que permitam o desenvolvimento desses potenciais. O líder é aquele que desenvolve sua equipe… que faz de seus colaboradores pessoas melhores que ele. Vamos, a cada dia, exercendo esta arte e, assim, impedindo que as “lauras corporativas” sejam vistas.
Posted by Ewerton Silva
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Excelente artigo. Com certeza alguém aqui já vivenciou algo parecido!!!
Posted by Renan Duarte
PABLO
Seu artigo está excelente, assim como Laura muitos profissionais talentosos sentiram um gosto de frustração,desmotivação por seu trabalho em virtude de mudanças que alguns chamam como o belo nome de ” estratégicas” alguns de reestruturação, Laura crescerá muito como profissional, os resultados da empresa ja é uma grande incógnita.
Assim como Laura trabalhei 9 anos em uma organização que infelizmente não utilizou de processos adequadas para reter seus melhores talentos.
Mas não podemos esperar que nosso corpo e mente se declinem a tal ponto de sermos rotulados como incapazes, abrir mão deste tipo de organização é um presente que todos devem se dar o direito. Voe em busca de seus sonhos ,acredite em seu potencial, e liberte-se sem culpa e sem medo !
Realmente é deprimente saber que estes casos nos rodeiam, passei por experiência semelhante em uma multi nacional da Suíça, onde alguns apostavam e diziam que seria o único a crescer e prosperar com a empresa, mas o caso de Laura foi idêntico ao meu, mas ao sair, me re coloquei em outro empresa multi nacional, e desta vez não tive esse problema, espero que todos aprendam e não se deixe passar por essa experiencia mais de uma vez, pois sempre aprendemos com os erros.
Forte Abraço
Fabio SOares
Eu sou a Laura ou a Laura sou eu, não importa, importa que muito de nos vivenciamos esta experiência, amarga, doida que causa um enorme rombo em nossa vida profissional, pelo simples fato de os profissionais que estão chegando não terem outro foco a não ser tirar da frente todos aqueles que possam prejudicar a sua existência e automaticamente sua ascensão. E seria muito fácil de lidar com isso, simplesmente respeitando os profissionais responsáveis por gerarem aquela oportunidade para os profissionais recém chegados! Falta nos novos profissionais o respeito pela cultura operacional, o entendimento e principalmente a humildade em querer entender o funcionamento das coisas antes de descartá-lo.
Dr, o artigo nos remete a refletir varias situações que vivenciamos, e passo justamente por isto agora.
O aprendizado é que nos permite agir com equilibrio qdo somos a bola da vez, e nunca deixar de acreditar em nosso potencial.
Abç
JA
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Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Ei Pablo; ótimo o artigo. Passei por uma situação semelhante e hoje tenho clientes sofrendo disso também rsrsrs. Que coisa, heim? As empresas precisam cuidar mais de seus profissionais. Abraço
Posted by Tania Zambelli
Olá Pablo,
uma pena que devido a miopia das organizações em relação ao talento de seus profissionais, casos como o de Laura são muito mais frequentes do que se pode imaginar, mas lhe congratulo por estimular esse debate, pois acredito ser ele um dos caminhos para “abrir os olhos” corporativos.
parabéns
abraços
A verdade é que as avaliações anuais, citadas no início dos comentários pelo Cesar (Merigo), deveriam ser feitas mensalmente. Mas “dá trabalho” não é? A maioria das empresa que tenho contato só param para reuniões de emergência, pra resolver problemas urgentes. A maior prova dessa irrealidade é receber em dezembro um feedback de algo que ocorreu em janeiro pro exemplo: 11 meses de insistencia no erro. Por isso as avaliações são cada vez mais abrangentes, e ao mesmo tempo burocráticas. Quem tem plano de carreira vigente utiliza as avaliações anuais como critério, agora não adianta culpar as empresas. Empresas são compostas de pessoas, e a grande maioria não sabe ouvir críticas. Também não podemos culpa-las pois quem critica muitas vezes não ajuda, o faz fora de hora e com observações pessoais.
Nunca esqueço de uma entrevista do Antonio Maciel Neto que está na SUZANO agora, ele disse a seguinte frase: “Se você não esta contente ou a empresa não está reconhecendo seu trabalho, procure uma outra empresa que reconheça. O importante é você fazer o seu melhor e tentar concluir os projetos que inicia, o mercado é assim mesmo.”
Espero ter contribuido, um abraço a todos e boas ideias!
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Group: BRAZIL IN: Council of Executives, Business, Management & Professionals – Vagas e Oportunidades
Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muito bom, parabéns!
Posted by Vanessa Asp
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Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Existem muitas Lauras espalhadas por ai. Mas o que tenho aprendido é que as Lauras (que está dentro de nós) tem que ter a força de buscar o espaço. Conquistas este espaço é difícil, mas não impossível. Quando uma empresa não enxerga, tem ir a luta e procurar onde nos possam ver. As empresas acham que não precisam enxergar, nem ver , as Lauras bacanas que tem. As deletam, e depois tem em seu quadro, pessoas comuns (as que não dão trabalho, pois na verdade, só estão ali. A essencia bacana, evaporou)
Posted by Monica Bandeira
Fico muito triste por me sentir mais uma Laura. Não sei se este é um problema de RH ou de Gestores que perderam a aula de liderança e motivação de equipes ou acham que aprenderam muita coisa e estão no caminho certo. Afinal de contas, a culpa é da Laura que não soube se adequar ao DESAFIO proposto. Deveria ter se esforçado mais ou de repente, trabalhado em dobro…Mesmo assim, estou esperançosa que serei reconhecida em um outro lugar ou quem sabe, ter o MEU LUGAR e jamais pecar desta forma. Tenho certeza que não se encontram Karina´s por aí com tanta facilidade. Sorte de quem encontrar….
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Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pessoas como a Laura as vezes podem passar por dificuldades, mas no final costumam se dar bem.
Estas coisas transitórias ocorrem no mundo corporativo, as vezes, motivados por fusões, reestruturações, gestão inadequada etc…
O mais importante para a Laura é continuar gostando de trabalhar e provar novamente o valor dela em outra corporação.
Como estas coisas podem acontecer com muitos de nós, então é importante também antecipar um planejamento financeiro para suportar o período de recolocação.
Caso semelhante ocorreu comigo, pois trabalhei por dez anos em um grande multinacional farmaceutica que foi comprada por outra, sendo que nesta última continuei por mais três anos.
A área que trabalho (SAP) está repleta de oportunidades, a questão é manter o networking e continuar sempre atualizado.
Parabéns pelo artigo!
Posted by Celso Larrubia
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Gente, eu levei um susto!
Primeiro pelo nome, segundo pela situação, terceiro porque descreveu uma situação exata que acabei de viver. Realmente, impressionante. Agora, pode mandar os números da próxima mega-sena? rs….
Posted by Laura Lacerda Fonseca
Parabéns pelo artigo e sem dúvida acontece frequentemente nas empresas.
Mas será que a empresa é a única responsável?
O que será que a Laura fez para mudar o quadro dela na empresa ou apenas a empresa precisa se adaptar?
Mudanças de chefe, organizacional tambem acontece frequentemente e todos se dão mal. Por que neste caso a empresa não é culpada?
É muito fácil transferir o problema, principalmente quando não atingimos nossos objetivos.
Na minha opinião a Laura tem a mesma responsabilidade da empresa em ter sucesso na função à ela designada.
Vivemos em um ambiente onde não assumimos nossas incompetências, transferimos à outras pessoas, lugares, etc.
Abraços,
Marcelo.
Pablo,
Parabéns pela sensibilidade !
Vi minha história passar, nas entrelinhas da sua história.
Fui demitida da multinacional que trabalhava há 5 anos. Me culpei mesmo vendo os meus números dizerem o contrário.
Perdi minha essência ! Estou na “posição de Fênix”.
Abraços,
Glauce
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* Group: Oportunidades no Varejo – Brasil
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo, fantástico! acho que vão faltar carapuças no mercado.
Posted by Sátiro Araújo
Pablo, fenomenal a matéria!
Acredito que qualquer profissional nesta situação, começa a questionar sua própria competência, esquece seu histórico, fica inseguro, além da insatisfação consigo e acaba desistindo da “Guerra”. Como comentou, é nítida a expressão corporal e a desmotivação podendo, acredito eu, refletir na sua vida pessoal. Todo profissional, deve analisar e negociar qualquer promoção ou movimentação, é preciso saber dizer não! Mesmo que atrativa monetariamente. Qualquer passo em falso pode ser um atalho para uma “Laura” é um caminho sem volta. E para empresas que não sabem ouvir ou não existe a opção do “Não”, questionem se realmente está na empresa certa e que possui a essência e os valores em que acredita. Valorizem-se!
Bjs,
Att,
Fabi
Gostaria de deixar algumas consideracoes:
1) Com certeza existem muitas Lauras por ai, e o meu conselho para elas é continuem apaixonadas pelo seu trabalho e continuem tentando. Seu lugar ao Sol está reservado.
2) Se você contratou uma Laura e viu isto acontecendo com ela, nao a abandone e fique se lamentando como o autor. Converse com seus superiores, brigue por ela e tente mudar as coisas em sua empresa. As empresas sao feitas de pessoas e você faz parte dela.
3) Se você é líder em uma empresa ou é responsável pelo RH de uma, por favor busquem aprimorar seus conhecimentos de liderenca e gestao de pessoas. Assim como precisam de bons funcionários nós precisamos de bons líderes.
Parabéns pelo artigo!
Clarice Oliveira
Excelente! Não existe palavra melhor que resuma este artigo.
As exigencias do trabalho nos compromete se somos bons e se somos bons e não conseguimos desempenhar novos desafios somos muitas das vezes julgados porque não conseguimos, toda a nossa tragetória profissional esta em jogo a cada desafio. levanta-la
Uma vez me disseram, se te dou uma oportunidade é porque sei que poderá desempenha-la, mas muitas das vezes não tive o apoio necessário para conseguir superar os objetivos é o que se espera, que não atingimos os objetivos temos que sempre supera-los.
A Laura esta no caminho certo, pois sabe do seu potencial e com certeza voltará a ser quela Laura porque foi contratada. A Laura empreendedora esta lá a espera de alguem que a desperta.
Ela é um talento e agora mais experiente.
Estou maravilhado pela maneira como descreveu um fato que é bem comum nas empresas. Parabéns!
Pablo,
Que fantástico. Há gente com visão clara num dia-a-dia de tantas distorções e nos traz uma história que até certo ponto, também faz parte da minha. Lamentavelmente, as ferramentas de RH, que não são poucas, têm sido usadas muitas vezes apenas para cumprir com as determinações de vamos “modernizar o desenvolvimento de pessoal”. Além disso, há muitas outras questões envolvidas nesse tipo de mudança, que são sequer conhecidas pelas pessoas que decidem pelas mesmas, especialmente a cultura de gestão, a qual se sobrepõe a qualquer brilhantismo individual.
Parabenizo também ao Heitor, por seus comentários.
Todos já reforçaram a sua excelente iniciativa do artigo e como nosso amigo Stiro comentou, existem muitas carapuças. Por isso digo sempre: Cave um poço, antes de sentir sede!”
Gilmar Molinari
Realmente isso tudo é mais comum do que realmente deveria ser. Sou prova disso,as vezes reflito sobre o assunto e ao meu ver muito se deve a situação em que muitas empresas encontram-se hoje repleta de CHEFES despreparados, autoritários e carente de verdadeiros LÍDERES que sabem identificar os pontos fortes de cada colaborador e alocá-los em funções onde o mesmo consiga manter ótimo desempenho e assim mantê-lo cada vez mais motivado.
“Lidando com essa questão” é simples e antigo, exemplo: Steve Jobs sempre disse isso e quando retomou o comando da enmpresa a Apple, tomou o cuidado de manter os melhores e trazer muitos também dos profissionais que conhecia…
É um artigo superimportante para que os profissionais mais jovens (como eu, 25) atentem para algumas armadilhas do mercado.
Tal dia, você se vê em uma crescente maravilhosa, sentindo-se útil e colaborando com o crescimento da empresa (mesmo que seja com a menor das tarefas). Você está ocupando seu lugar e se destacando, sendo melhor que qualquer pessoa na organização naquilo que faz. O salário não é expressivo, mas mesmo assim você nota uma força interior que o empurra para o sucesso.
Numa bela manhã, seu chefe é despedido, sua equipe muda ou a empresa se altera e DESLOCAM-TE. Em algumas empresas, o absurdo parece óbvio: já que “aquele cara é o melhor do setor, ele vai virar chefe”. A partir daí, vem o início de uma história longa e de final imprevisível. Que quase sempre acaba em muito estresse ou demissão.
As pessoas acabam sendo deslocadas pelos seus méritos para áreas nas quais elas não gostam de trabalhar, não detêm domínio ou preparo, o que inevitavelmente gera muita dor no desenvolvimento do profissional quanto na organização.
É preciso estarmos de olhos abertos para sabermos se estamos seguindo NOSSA carreira, ou a carreira de um personagem que a organização cria para nós.
O artigo foi ótimo. Parabéns ao autor.
Pablo,
Excelente artigo.
Como todos disseram, existem diversas Lauras espalhadas pelas organizaçoes e muitas delas estão mais perto que imaginamos. Eu por exemplo me vi nesse artigo e acredito que é importantissimo mantermos nossos valores, acreditarmos no nosso potencial e buscar algo que de fato nos deixe motivados.
um abraço!!
Kamila
Vemos este fenomeno acontecendo todos os dias no mundo corporativo.Você é contratado por um chefe, que 4 meses depois é transferido ou demitido e vc fica voando.Os chamados gestores são responsáveis pelos Recursos Humanos e falham bastante. Cabe ao RH tomar a posição de comando e administração dos talentos,alocando-os no lugar correto, mas nem sempre acontece.
Excelente artigo. Quem perde é a organização e nao a Laura, pois ela terá novas oportunidades , e se sairá bem porque a Laura é unica, insubstituivel ja a empresa nao podemos garantir que ela possa encontrar outra Laura, e se encontrar provavelmente cometerá o mesmo erro.
Me surgiu uma questão e uma resposta sobre este caso, se a Laura fosse Lauro será que a situação seria a mesma? Eu digo que nao.
É verdade, já me senti como a Laura em alguns lugares que trabalhei…
Quando embarquei de volta para São Paulo e resolvi trocar de empresa, para que voltasse a ter motivação, ao longo dos meses me vi podada, cortaram todo meu prazer e toda agilidade e talento, acabei por vivenciar momentos de desprazeres…
Para enfrentar a zona de conforto, passei maus bocados, pois não era eu, e percebi que isso é sinceramente humilhante…
Acho uma pena que muitos gestores são incapazes de olhar com uma certa esperteza o talento nato de cada pessoa com o qual trabalha…
Busquei novo lugar e penso a cada dia o que me motiva… Meu talento continua, minhas habilidades são renovadas, mas existe um fantasma que ronda e que me alerta para que não aceite atingir aquela zona de desmotivação…
Parabéns para A laura, por ter saido desta empresa, com toda a certeza sempre será assim a não ser que mudem os gestores, Não tenho dúvidas que ela conquistará uma posição muito melhor no mercado de trabalho
Sensacional, muitíssimo agradecido pela envio desta mensagem.
Sou uma Laura, mas preciso deste serviço até que um dia eu possa viver feliz profissionalmente em outra lugar. Não irei desistir continuarei na minha busca, apesar de todo preconceito existente no mercado de trabalho.
Estimado, excelente!! Saiba que situações assim não são exceções. Situações como a da Laura existem em todas as organizações.
Eu passei por situações assim duas vezes em empresas diferentes. Na ultima empresa decidi não ficar de cabeça baixa alimentando uma baixa estima que não tenho e nunca terei. Decidi pedir demissão. Sim me demiti, pois apesar de me oferecerem uma carreira internacional como solução paliativa, não poderia aceitar isto somente quando decidi demitir a empresa. Acredito que estamos perdendo a competência de gerenciar pessoas. Estamos mais preocupados em gerenciar nossas carreiras que esquecemos que o melhor para nós e para a empresa é construir uma base sólida para nossa piramide que é nossa carreira, onde o topo estamos nós. Devemos saber gerenciar nossa equipe e saber como todos podem contribuir para o melhor da empresa.
Muitas empresas perdem suas Lauras todos os dias e não percebem isto. Pois acreditam que podem encontrar outras(os) muito fácil. Porém encontrar pessoas que realmente vestem a camisa está cada vez mais difícil.
Esse artigo ilustra uma situação muito comum nas corporações atualmente. Ótimos profissionais que não são bem aproveitados e passam a ser rotulados como incompetentes e incapazes. Isso é muito sério pois, além do trauma e exposição do profissional, a empresa ainda arca com custos relevantes para procurar, selecionar, contratar e formar outros profissionais para assumirem esses postos de trabalho. Deveria haver até uma legislação sobre isso regulamentando essa situação.
O artigo reflete a realidade das empresa nos dias atuais. Como administrador digo: não há uma forma única de gerir pessoas. Mas geralmente as empresas adotam um “padrão” que realmente acaba robotizando as pessoas. O padrão é estabelecido em diversas planilhas( onde os números cabem com perfeição matemática ), mas nunca e eu afirmo com toda veemencia: nunca consegue tabular um ser humano nos seus mais variados caracteres..
Montar uma equipe dá trabalho e também exige dispêndio financeiro para tal. Quando a equipe está formada e funcionando com sincronia, vêm uma crise qualquer e acaba desmontando-se a equipe.
Nunca foi calculado o custo de formar a equipe; contabilizar os investimentos realizados para se chegar num resultado ótimo.O que as empresas fazem é; temos de reduzir as “despesas” então seleciona-se alguém para sair e o restante vamos juntar com o outro grupo… Dessa forma temos a redução de custos desejada.
Perdoem-me a sinceridade mas esse tipo de administrador, temos às pencas nas mais diversas empresas. Aliás isso não é administrador ( que temos tantos sem reconhecimento legal para o ser ) é um ser provido de falta de ética, amor, e que somente ouve a si mesmo.
Laura, Maria, e tantas outras, que passaram por isso e outras tantas que passarão por isso são vítimas de pessoas sem coração e que pior ainda; apenas contas números frios e sem nenhuma outra perspectiva além de garantir seu próprio salário, não importa a que custo isso seja feito.
A crise mundial serviu para mostrar o quanto ainda temos de aprender sobre o valor do ser humano nas organizações. O quanto custa montar uma equipe afinada ninguém ao certo sabe. O custo de desmantelar uma equipe coesa então, ninguém jamais ousou calcular.
O dia que isso acontecer, com certeza as pessoas trabalharão por prazer e não por obrigações de atendimento de metas….
Pablo,
Creio que muitos se sentiram na pele de Laura e vale uma pergunta…
Laura deve procurar algo imediatamente ou continuar tentando nessa nova posição??
Como nesse caso o profissional pode perceber se o problema é da nova função e não sua capacidade de mudança??
Laura possivelmente nunca mais seja a profissional com a essencia de outrora, por falta de visao da sua empresa!
KM
Realmente, muito bom o artigo e retrata uma realidade dentro de várias empresas e a intolerancia cada vez maior com as pessoas e a necessidade de observar somente os resultados do dia, da semana, do mês e do ano.
Parabéns.
Pessoal, vejo vocês responsabilizarem muito os processos das organizações quanto ao desenvolvimento do “capital humano”. Concordo plenamenta na relação entre processos claramente definidos / efetivos e nível profissional que a organização possui.
Porém, a minha experiência em multinacionais com processos bem definidos me diz hoje após 12 anos de experiência, que nenhum processo claramente definido vai resolver 100% a individualidade profissional de cada empregado, por mais competente que sejam as “Lauras” deste mercado…
Se o profissional não tiver atitude ao levantar as suas bandeiras de interesse no momento certo, se o profissional não tiver articulações e posicionamentos políticos com as pessoas corretas, a chance de ser levado para onde o vento bater com certeza será maior.
Não entendam “posicionamento político” de uma maneira ruim. Política existe em todos os lugares e em organizações não são diferentes, gostem ou não! Política não precisa ser necessariamente para um lado ruim. Ela tem que ser bem utilizada em todos os momentos da nossa carreira.
A melhor estrutura de feed back que recebi foi de um grande executivo hoje do mercado. Ele me disse… “Rogerio, na nossa carreira temos que nos preocupar com 3 pilares: DRIVE, INFLUENCE e JUDGMENT
Judgmente é como julgamos situações no dia a dia. Tem muita relação com bagagem técnica de experiências profissionais e acadêmicas que somamos na carreira.
Drive é como usamos este conhecimento…muito relacionado com a nossa ATITUDE no dia a dia.
Influence é como influenciamos subordinados, pares e chefias no nosso dia a dia também.
Cada um destes pilares tem seu peso com o nosso timeline de carreira. Claro que o influence de um estagiário é completamente diferente do influence de um gerente…e assim vai!
Achei fantástico essa estruturação de feed back e espero que tenha contribuído com a discussão do “caso Laura” e para o dia a dia de vocês.
Esse gerenciamento de carreira está muita mais na nossa mão do que achamos, pessoal…vamos levantar as nossas bandeiras!!!
Um abraço,
Rogerio
Pablo,
Adorei o artigo! Falamos muito que as empresas cometem estes erros.. mas também já incorremos neste erro como gestores.. Quantas vezes erramos com nossa equipe? Eu por exemplo, já cometi este erro.. e paguei caro, pois perdi um profissional realmente brilhante.
abs
Me surpreendi pela identificação com a personagem (?!)
da estória, e mais ainda com o número de pessoas que respondeu com o mesmo tipo de sentimento.
Depois de passar por várias fases, de tentar digerir e me adaptar às situações, optei por deixar uma empresa após muitos anos de dedicação. Uma pena para mim e para eles.
Mas, enfim, em um determinado momento entendi que o meu brilho nos olhos era mais importante do que a pseudo segurança de um emprego. Estou em busca de uma nova oportunidade; é bem verdade que em alguns processos não fui selecionada e em outros desisti por algum motivo que não me tocou.
Mesmo sabendo que não existe o local perfeito, realmente acredito que eu possa encontrar uma empresa onde eu possa, sim, exercitar minha competência e dedicação e ter de volta o meu brilho nos olhos. Espero encontrá-la logo!
Laura, já morreu…
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Incontáveis as quantidades de Lauras (a segunda) que encontramos. A primeira… as poucas empresas que enxergam de fato à frente dos demais, são mantidas e motivadas a produzir cada vez mais. Resultado: empresa mais eficiente e funcionário satisfeito; reconhecido e… feliz (fala baixo pq na maioria dos lugares soa como agenda livre)
Posted by Alfredo Firmino Carvalho
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo, ótimo texto. Infelizmente muitas companhias não estão preparadas para este tipo de desafio e não conseguem nem ao menos perceber como reter e motivar seus talentos oferecendo a estes desafios e oportunidades de acordo com o seu perfil.
Posted by Alessandra Nogueira
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Marco Lazaro has sent you a message.
Date: 6/08/2010
Subject: RE: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
Pablo, excelente artigo!
Li com muita dor no coração que me fez retornar aos meus tempos de desmotivação profissional onde havia perdido a razão de ser ou existir (um pouco de Sartre para justificar esta fase difícil da vida).
Parabéns.
A propósito como esta Laura hoje?
Abraço.
Marco Lazaro.
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Parabéns ao autor pelo texto, pois infelizmente é uma verdade.
Já conheci muitas Lauras por empresas onde passei e ainda vejo. Algumas vezes sinto-me da mesma maneira. Pelo que observo, geralmente isso ocorre quando o funcionário é deslocado de sua função principal, àquela ao qual foi designado(a) na hora da contratação. O estímulo, a garra inicial vai se perdendo pois, se a pessoa é excelente em uma tarefa, logo alguns setores acima acham que a pessoa deverá ser excelente em todas as tarefas, incluindo as quais sequer domina, em outros casos é incrível como há lideranças que por achar a pessoa excepcional não o promove justamente por fazer tão bem o que foi solicitado. Consequentemente na gestão de pessoas que ouvimos tanto falar, ainda há líderes/gestores que focam no ponto fraco, esquecendo-se totalmente dos pontos fortes, aqueles que fizeram a diferença na hora da seleção.
Posted by Delano Rodrigues
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo,
Muito bom o artigo que compatilha conosco, talvez no momento posso me considerar uma pessoa similar a “Laura”, apesar de no meu caso não ser o problema a mudança de setor ou de atividade, e sim a falta de interesse da alta direção de permitir que você implemente novos conceitos. Sei que não é privilégio meu passar por isso, e espero que as outras empresas fomentem e gerencie da melhor forma o potencial dos novos funcionários lançados no mercado que tem interesse em tornar os processos da organização melhores.
Vale ressaltar que altas responsabilidades adquiridas no processo de forma precoce, pode ser prejudicial à carreira, para isso é necessário bons gestores nas organizações.
Posted by Edgar Cardoso Damásio
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* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Excelente!!!!
Posted by Silvana Fumura
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* Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muito bom o texto…vou marcar na minha agenda para dar uma passada no villa lobos para essa palestra tambem interessante.
Posted by SÔNIA MENEZES
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* Group: HSM
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Infelizmente isso acontece muito! Já vi lideranças receberem uma “Laura” de presente para o setor, e diante do brilhantismo da nova funcionária, e para evitar serem ofuscados pelo brilho da nova integrante, simplesmente abafaram a sua luz da nova estrela… e a empresa saiu perdendo com isso…
Infelizmente isso acontece muito ainda…
Posted by Reinaldo Lopes Moreira
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* Group: VAREJO – TENDÊNCIAS, GESTÃO E ESTRATEGIA
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo, isto acontece com muita frequencia em todos os setores e empresas, chefes especialistas em padaria serem “promovidos” para o açougue, veja só, até no futebol isto acontece, atacantes são “improvisados” como meias, etc… vale o colaborador meter a boca no trombone e deixar claro que no novo papel o resultado não será o esperado, e se mesmo assim o lider não mudar de opinião, o correto mesmo mesmo e buscar novos desafios. Abraços.
Posted by Andre Pini
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Group: Networking São Paulo
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Recebi hoje esse e-mail.
Excelente artigo, quem não já passou por tal situação?
Há algum tempo atrás me senti uma Laura, melhorado, já que me reposicionaram em um área que admiro, porém fugiu do que realmente faço, me cansei rápido, ficando muito difícil de se trabalhar, com metas sempre de curto prazo, devido a busca constante por algo que me chamasse atenção era maior.
Não deixem que isso te possua, é necessário encontrar no seu eu, o botão da
“Atitude” por mais que esteja fazendo algo que não lhe satisfaça, ou que não lhe agrade em determinado momento de sua vida, revigore sua vida com novas atitudes. Pense em você, crie para si mesmo.
Diante deste pequeno trecho, minha intenção foi deixar mensagem de motivação.
Abç.
Posted by Celso Patricio Neto
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Group: Novos Planos – Empregos e Vagas Vip
Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo, gostei tanto do artigo que divulguei no twitter e facebook.
Espero que o “despertar” das Lauras, dos líderes, das Alta-Direções seja mais rápido, este adormecer já perdura…
Abraços,
Posted by Kelly Moura Fialho
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Excelente artigo. Eu mesma tenho vivenciado o que o artigo expõe.
Abraços.
Posted by Flavia D C Santos, ITIL
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Group: indica (networking, carreira e vagas de emprego)
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muitas empresas não valorizam seus talentos e se contenta que seus colaboradores fiquem na “média”. Isso é triste e desmotivante. Muito bom o texto
Posted by Leonardo Zamboni
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Group: BRAZIL IN: Council of Executives, Business, Management & Professionals – Vagas e Oportunidades
Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo,
Excelente texto!
Claro e Objetivo, mostrando com grande facilidade como as empresas se perdem nos momentos de mudanças e principalmente como estas empresas perdem seus melhores talentos nestes momentos em benefício de uma redução de custos ou mesmo em benefício de uma “duvidosa” melhor estratégia de negócios.
Quantas centenas de Lauras já vi perdidas pelos corredores de grandes multinacionais, enquanto os gestores destas mesmas grandes multinacionais procuravam desesperados, nas consultorias e com Head Hunters, novos talentos, – que dizem estar em falta no mercado. ( ? ? ? ? ? ? ? )
E não satisfeitos, alguns deste grandes gestores – em nome desta falta de novos talentos no mercado – estavam pensando até em importar novos talentos da matriz.
Veja só Pablo, quanta incoerência no mundo dos negócios.
Um forte abraço,
Posted by Rafael Orefice Neto
Acredito que muitas pessoas são transformadas em Laura. Pois, muitos gestores não valorizam as diferenças existentes entre as pessoas. As diferenças so tendem a somar, principalmente quando observamos na mesma pessoa varios talentos e valores que poucos realmente conseguem enxergar ou entender o que são valores.
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Group: Networking São Paulo
Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Exelente artigo, me faz pensar na mudança de atitude que preciso promover em um time. Esse é o meu mais novo desafio!
Obrigada por compartir.
Posted by Thaís Pacheco
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* Group: HSM
* Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Acredito que muitas pessoas são transformadas em Laura. Pois, muitos gestores não valorizam as diferenças existentes entre as pessoas. As diferenças só tendem a somar, principalmente quando observamos na mesma pessoa varios talentos e valores que poucos realmente conseguem enxergar ou entender o que são valores.
Posted by IVONETE DIAS DE ALMEIDA ( RODRIGUES)
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Group: Networking São Paulo
Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Parabéns, Pablo!
Eu passei pela mesma situação e consegui sobreviver buscando colaboração junto a gerência.
Abs
Marco
Posted by Marco Aurelio
Parabéns, excelente artigo Pablo!
É de extrema importância que esse assunto seja divulgado nos cursos de gestão. As empresas hoje estão muito voltadas a gerir recursos dentro dos seus projetos, e se esquecem de gerir pessoas, talentos e perfis…e pensar que um funcionário que faz o que gosta produz muito mais e suporta melhor as pressões de cronogramas e responsabilidades. É muito triste ver talentos em potencial serem sufocados.
Trabalho numa grande empresa e vejo que os novos gestores estão com suas mentes congeladas, preocupados com recurso x custo…com isso estão perdendo grandes profissionais e a qualidade dos seus produtos. Motivação está ligado diretamente à produtividade.
abs,
Mary Alvarez
Olá Pablo, realmente me identifiquei com esta história aliás já passei por algo semelhante há cerca de 12 anos atrás, tive uma grande depressão pois fui alocado para um serviço no interior no qual não era meu forte e fui dispensado…….na época eu era um talento muito promissor e passei muitas situações difíceis pois ainda faltavam 2 anos pra terminar a faculdade.
Obrigado por partilhar isto conosco.
Um grande abraço
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Interessante… Parabéns!
Posted by Bruno Gabriel Alves
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (4) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Que texto excelente… Por alguns minutos refleti sobre a imensa vontade que fiquei de enviar a todos os diretores da empresa que trabalho, mas…….. como vivencio uma situação como esta, posso ser mal intepretado e julgado erronamente, assim como Laura.
Posted by Daniel Rodrigues
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Miuto bom.
Obrigado.
Posted by Juan Pablo Huezo Pérez
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (5) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muito bom artigo.
Nos faz refletir sob as mais diversas posições que podemos assumir.
Pena que poucos tenham consciência!
Posted by Leticia Barbosa
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* Group: Gestão por Competências
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo, de fato trata-se de um depoimento revelador. Parabéns pela sua sensibilidade em perceber isso. Como consultor, vejo que boa parte das empresas nunca estiveram tão perdidas como agora. O caso citado mostra isso claramente. Outra questão que me vem a mente: o mercado reclama das universidades e instituições de ensino superior que estas não preparam adequadamente seus estudantes. Isso me põe a refletir: preparar para que? para serem dragados pela mesma máquina corporativa que alienou a Laura? acho que as empresas vivem uma séria crise de identidade e não sabem nem mesmo o que esperar das pessoas. Solicitam profissionais com proficiência em inglês, sem na verdade necessitarem dessa habilidade. Os anúncios de emprego transformaram-se em verdadeiras vitrines. As empresas querem vender uma imagem que não possuem. Como consultor, me delicio, pois tal contexto justifica minha existência profissional. Mas não deixo de me preocupar com essa perspectiva.
Posted by Ricardo Castanheira, Ms
* Group: Conselho Brasileiro dos Executivos de Compras
* Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Obrigado pela msg. Infelizmente é uma realidade em muitas empresas. abraços.
Posted by Francisco Bassanello
Sinto-me a “Laura”, perdi a essência e ando pelos cantos “chutando pedra”. Não atacando o texto ou blog, se não tivesse entrado nesta situação profissional não teria tempo de ler o texto e comentar.
Vi comentários que tiram parte da responsabilidade da empresa. É verdade, porém há casos como o meu, que informei antes de iniciar meu (longo) projeto que não era o que queria, mesmo assim a empresa “me escolheu”. O projeto acabou, muito aquem do que seria ideal em meu entendimento. Neste período ocorreu a completa reestruturação da empresa e em meu retorno não tenho mais lugar. Estou na procura de outro lugar onde possa fazer a diferença, depois de 8 anos de sucessos, destruídos por uma imposição em transformar-me em uma “Laura”.
abs
Lauras são muito comuns. A maioria das empresas, nos ultimos 2 anos, passou por um processo de “cost reduction” que significou cortar pessoas. Onde existiam 10, ficaram 4 ou 5, fazendo o trabalho dos 10.
As empresas costumam pedir “ownership”, envolvimento total, dedicação, desempenho superior e outros. Na primeira crise vêm o corte maciço e a constatação de que a dedicação do funcionário é de uma via apenas, pois a empresa, em sua maioria, considera que “pagou o salário do mes, está quites” . Na crise, qdo mais se deveria trabalhar os talentos, demitem-nos, pois são mais caros – o melhor é ficar com o bom e barato…os diretores mostram resultados rápidos (cortar dá resultados de redução imediatos!) e preservam seus empregos.
Na hora de contratar, o profissional mais barato é escolhido – não era o melhor, mas o budget foi atendido!
Trabalhei em multinacionais e acredito que a grande maioria é assim, ainda mais se tem de competir com os chineses…
Estou passando por uma situação bem parecida com a de Laura. Dois temas:
Saí de uma instituição, por vontade própria, porque eu fazia menos que o estagiário. Quem ficou no meu lugar tem menos graduação que eu.
Mas continuo em outra que atuo há sete anos. Depois de me dedicar e acreditar em um determinado projeto, passar metade do ano viajando só para convencer entidades de classe sobre a importãncia comercial da Venezuela no Mercosul, visitar parlamentares e ministros em Brasília, veio o banho gelado.
Um dos pilares de sustentação da entidade faleceu no dia 14 de dezembro. Resultado: assumiu outro que disse: é hora de vc ficar em casa e cuidar “apenas da revista” e do sei filho.
Não preciso nem dizer como estou. Meu pro labore diminuiu. Meus cursos de especialziação foram colocados de lado e não tenho para onde recorrer, o que quero dizer é que não houve especialização que o convencesse de que sou parte do time, uma parte bos.
Estou tentando mudar de trabalho, mas como meu cargo é de confiança, não consigo. Isto pq tenho duas especializações e um punhado de outros cursos e conheço até o papa!!!!. E td o q implantei está lá. Laura e Viviane = iguais.
Desculpe-me o desabafo.
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (6) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Bom artigo! Parabéns!
Posted by André Machado
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo,
Eu tinha recebido alguns posts do Linkedin com esta chamada “Laura não trabalha mais aqui” e não dei muita importância. Hoje, algo me chamou a atenção e li o artigo completo. O que posso dizer é que se refletirmos a respeito da mensagem deste texto vamos perceber que ele passa um mundo de informações tanto para gestores quanto para os profissionais que buscam o desenvolvimento contínuo. Eu vivi ou vivo uma situação bem parecida e posso dizer: não é nada fácil. Esta é uma experiência que agrega e constrói quando superada. Existem Lauras, Pedros, Marcelos e muitos outros que sabem extamente o que é “não trabalhar mais aqui”. Acredito que quem ler vai gostar.
Poliana Godoy
Posted by Poliana Godoy
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Group: TI Especialistas – Brasil
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo,
Uau… nem sei o que dizer.
Excelente artigo e dá vontade de anexá-lo ao curriculum.
Posted by Jussara Carneiro da Cunha
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Realmente a falta de visão dos ” líderes ” voltados para a tarefa e não para a gestão causam sistemáticamente esse tipo de distorção, massacram os profissionais e criam os sobreviventes e aí as empresas não sabem o porque de terem perdido espaço no mercado, de se tornaram improdutivas e obsoletas. Tenho montado times dos quais me orgulho, vejo analistas que se tornaram gerentes e diretores e quando não tenho espaço para tanta competência na minha equipe, busco para eles e elas posições melhores no mercado, para que eles tenham mais e mais sucesso e as empresas também. Respeitar a vocação e as competências do ser humano tornamos esse mundo melhor e isso dá muito mais lucro.
Posted by Paulo Daniel Ramos e Dias
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (4) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo:
Estou passando por uma situação bem parecida com a de Laura. Dois temas:
Saí de uma instituição, por vontade própria, porque eu fazia menos que o estagiário. Quem ficou no meu lugar tem menos graduação que eu.
Mas continuo em outra que atuo há sete anos. Depois de me dedicar e acreditar em um determinado projeto, passar metade do ano viajando só para convencer entidades de classe sobre a importãncia comercial da Venezuela no Mercosul, visitar parlamentares e ministros em Brasília, organizar eventos, mostrar dados para imprensa, etc etc veio o banho gelado.
Um dos pilares de sustentação da entidade faleceu no dia 14 de dezembro. Resultado: assumiu outro que disse: é hora de vc ficar em casa e cuidar “apenas da revista” e do seu filho.
Não preciso nem dizer como estou. Meu pro labore diminuiu. Mas lido tecnicamente bem com isto. Não lido bem com o descaso. Meus cursos de especialização valem menos que curso sei-lá-eu-do-que foram colocados de lado e não tenho para onde recorrer, o que quero dizer é que não houve especialização que o convencesse de que sou parte do time, uma parte boa.
Estou tentando mudar de trabalho, mas como meu cargo é de confiança, não consigo. Isto pq tenho duas especializações e um punhado de outros cursos e conheço até o papa!!!!. E td o q implantei está lá. Laura e Viviane = iguais.
Posted by Viviane Nunes
Excelente e muito realista, porém assim como o Rogerio Lima, também acho que não podemos responsabilizar só as empresas. Nós também somos responsáveis pelo rumo de nossas carreiras….
Pablo
Achei o ponto muito bom. Realmente são estas as preocupações e objetivos a serem procurados, quando buscamos ter uma equipe de alto desempenho e resultado, mas a um ponto também mutio importante, que o conto demonstra um pouco. Caso a cultura empresarial não esteja alinhada com esta missão e suas ações não estejam alinhadas com a cultura da empresa. A tentativa de realizar este tipo de trabalho para um equipe de alta performance, acompanhando e buscando o melhor de cada um e a posição certa em coloca-lo, ira lhe custar o emprego.
Como me parece ter sido a ocorrência nas duas primeiras lideranças.
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* Group: Procurement Brazil
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Pablo,
Muito interessante a matéria!
Infelizmente, este tipo de situação esta tornando-se cada vez mais comum
Obrigada por compartilhar conosco
Fabíola Fermino
Posted by Fabiola Fermino
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* Group: Procurement Brazil
* Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Fantástico Pablo !!!
Posted by Patricia Gerlach
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* Group: Relações Públicas / Public Relations
* Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Excelente!
Posted by Bruna Wells
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (8) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Excelente….e digo ainda que …..
Além da perda de um talento, há também a perda de conhecimento. A empresa perde seu histórico, perde (ou transfere para outra) segredos, forma de trabalho, …. a sua identidade. Esta perda é imensurável e creio que são pouquíssimos RHs que conseguem perceber/valorizar.
Afinal, somos ou não somos (in)substituíveis?
Compartilho com vocês um texto interessante: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090210100037AAf7mFv
Posted by Jose Ronaldo Maia
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (5) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Quem nunca passou por isso ou viu esta situação acontecer com alguém? Erro recorrente das empresas: pessoas brilhantes na sua capacidade são designadas para funções totalmente distintas e da noite para o dia passam a ter um problema de “competência”. Triste..
Posted by Sueli Barbara
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Group: DBM Brasil
Subject: New comment (6) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
O texto está excelente, convidativo a uma boa reflexão, nada como ler e parar para pensar!!
Posted by Andréia Guarizzo Cintra
Realmente, vemos muitas Lauras em nossas empresas. Admito até que em momentos me vejo na mesma situação. Por momentos pensamos se realmente estamos no caminho correto, ocupando um cargo que não corresponde com a formação.
Porém, devemos buscar a automotivação, nos dedicarmos ainda mais e independente do cargo ocupado, analisarmos a realidade da empresa como se fossemos nós os gerentes, e propor melhorias. Só assim poderemos ocupar o cargo que almejamos, e externarmos todo o nosso potencial, prosperando junto a empresa.
Que todas as Lauras possam conquistar seu lugar na empresa, e que nunca percam sua essência apesar das adversidades.
O texto e interessante porque reflete a situacao de muitas pessoas em algum momento de suas respectivas trajetorias profissional.
Entretanto quero ressaltar que tanto o texto como os comentarios colocam a “Laura” quase sempre como uma vitima deste processo.
Porem entendo que desafios de adaptacao fazem parte de nossa vida regularmente e com cada vez mais frequencia.
Nossa sociedade esta sendo pautada por um ritimo muito acima do recomendavel para o pleno desenvolvimento das pessoas.
Neste caso, cabe iniciativa de ambos os lados para readequar ou reequilibrar capacidade com expectativas.
O Sr. Wall Disney foi demitido de seu emprego em uma agência de publicidade porque não era criativo. Obviamente que ele estava apenas na função errada e a sua criatividade estava sendo abafada por tarefas que não davam condições de desenvolvimento de seu real potencial. Temos muitos Wall Disneys e Lauras em nossas empresas.
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Group: Vagas de TI
Subject: New comment (9) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muito bom! Ví isso acontecer em uma multinacional, eles se deram ao luxo de perder extraordinários profissionais, um atrás do outro, formava até fila, pessoas que iam devolver o notebook por que havia se demitido. Até que em março deste ano, não havia quem recebesse os notes, pois eu também havia me demitido. Algumas empresas não merecem os profissionais que tem!
Parabéns pelo artigo, um história para refletirmos.
Posted by Moises Santana
Estou passando exatamente por isso agora e me vejo no lugar da Laura. Amanhã será meu último dia na empresa em que trabalhei por mais de 3 anos e serei admitido em outra. Espero que as coisas melhorem lá, pois pelo menos motivado e ansioso para começar eu estou.
Valeu
Excelente artigo!
Excelente artigo. Confesso que esta é a realidade na grande maioria das empresas.
Infelizmente eu estou vivendo uma situação idêntica a da personagem citada no artigo. A única diferença é a de que eu nasci e cresci como profissional dentro da empresa (entrei como estagiário e hoje sou analista). Infelizmente eles não me deixam ser alocado em outros setores onde a minha experiência profissional conquistada ao longo dos anos, poderia ser sim aproveitada de uma forma a contribuir cada vez mais com o crescimento da empresa.
O que me deixa mais triste de fato é que eu gosto da empresa. Me identifico com ela. Mas infelizmente não estou vendo outra solução a não ser sair dela e buscar realocação em outro lugar.
Existem muitas Lauras espalhadas por aí…
E assim como muitos já vivenciaram a situação da Laura eu também já vivi algo parecido e o que tenho a dizer é que as “Lauras” também devem se manisfestar, manter um diálogo com os superiores e deixar claro o que tem de melhor a oferecer e que não está feliz na posição que ocupa.
Muitas vezes somos “colocados” em determinadas situações e simplesmente a aceitamos, sem ao menos questionar diplomaticamente.
Abs a todos!
Identifiquei muito a situação da Laura com a minha, ainda acho que quem perdeu mais foi a empresa….mas, paciência para a empresa não. O problema maior são as constantes mudanças de escopo, as equipes são montadas e desmontadas rapidamente e muitas vezes, bons profissionais são perdidos neste turbilhão….
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* Group: Sales & Trade Marketing
* Subject: New comment (4) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
esse texto serve de reflexão para o contexto e ambiente no qual estamos inseridos… talvez seja o momento da contra-partida… da Laura erguer a cabeça, e antes de se tornar uma situação que afete até sua própria saúde, tomar uma decisão, confiar na profissional que ela é e trilhar novos rumos pra sua carreira… a essência é tudo que temos, é o nosso bem mais valioso… o investimento que merece maior cuidado e atenção. Obrigado pelo texto!
Posted by Renan Alves de Andrade
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* Group: Relações Públicas / Public Relations
* Subject: New comment (2) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Muito bom!!! Realmente é necessario muito cuidado nesses processos de reestruturação. às vezes, perdemos talentos tentando ganhar tempo!
Posted by Nathália Assumpção
caro Cesar Merigo,
Eu passei por uma mesma situação, onde a empresa..
Referência em consultoria de RH não fazia o que pregava para os clientes com os próprios funcionários, com base neste fato, idêntico ao de Laura, eu não fiz questão nenhuma de ser demitido, na verdade foi um peso tirado dos meus ombros.
Por um acaso essa empresa chama-se “Mercer” Pelo menos na área de técnologia a empresa não faz a minima questão de motivar, ouvir ou entender os funcionários.
Muito interessante esse artigo, com certeza acontece com frequencia em muitas empresas. Aconteceu comigo há um tempo atrás, acabei tirando uma lição disso. Não me deixei desmotivar, falei com o gestor o que eu sentia e acabaram me realocando para uma área que me identifiquei muito, agora sou outra pessoa no trabalho, muito mais realizada e consigo realmente dar o meu melhor. Infelizmente existem muitas Lauras nas organizações, o importante é não se deixar abalar e expor o que pensamos, só assim conseguimos “driblar” algumas situações no trabalho e usar nossos talentos nas áreas que nos identificamos.
Parabéns pelo artigo.
Ótimo artigo.
Eu, sinceramente, me vejo hoje no papel da Laura.
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Group: BSP – Business School São Paulo
Subject: New comment (1) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Sensacional e muito comum nos dias atuais esse tipo de postura das empresas. Infelizmente ainda somos geridos por muitas pessoas miopes.
Posted by Marcelo Roma Davanso
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* Group: Relações Públicas / Public Relations
* Subject: New comment (3) on “Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)”
Realmente um excelente texto… Quantas “Lauras” já passaram pelas organizações que já pertencemos e quantas empresas já perderam essas “Lauras”…
Posted by Aline Marian
De facto, o texto, mostra tão simplesmente que, Gerir pessoas é a essência de uma empresa. Mas BONS Gestores, há muito poucos.
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Group: Publicidade e Propaganda
Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
excelente o texto ! parabens!
Posted by Joaquin Perez
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Group: Publicidade e Propaganda
Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
Muito bom o texto e a historia. Já vi muito acontecer isso. No entanto, ela poderia ter se manifestado logo que sentiu o baque.
Sempre ensinei à quem trabalhava comigo a não ser um “yes, man”, mas a batalhar por seu espaço, buscar a oportunidade de mostrar seu trabalho e o local onde pode abrir todo leque de conhecimento.
E que todo dia é um novo dia, os anos passam e voce tem que aprender ainda mais, cada vez mais, sabe-se lá até quando (já que não me passa pela cabeça uma aposentadoria).
Posted by Edson Lobo
Tem um velho ditado que resume isto: “você não pode querer a isca e o peixe. A vida é uma troca: para ganhar alguma coisa é preciso perder outra”
Sintetizando, acho que a Laura não precisava de avaliações formais. Seu talento era visivel no dia a dia.
O que aconteceu com ela é muito, mas muito comum, chama-se: “puxada de tapete”. Alguns conseguem se levantar outros não.
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Group: Oportunidades no Varejo – Brasil
Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
Olá Pablo, o texto é realmente um espelho do mercado, reflete que os nossos líderes não estão preparados para cuidar de suas equipes e precisam de treinamentos contínuos.
Posted by RITA GARCIA
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Group: Oportunidades no Varejo – Brasil
Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
Oi Pablo, com certaza muitos profissionais do mercado se identificaram com o texto, mas a pergunta que fica: qual seria a melhor (ou melhores) atitude a ser tomada por Laura, antes dela abandonar sua essencia profissional? Como reverter de forma madura uma alocação mal feita, ou um descontentamento com a mudança? Obrigada.
Posted by Maria Claudia Vaz Felipe
Puxa, foi como rever minha história de uma forma diferente…
Sempre fui uma Laura que, além de me dedicar 100% a tudo o que fiz, sempre pedia por mais, por algo maior… Até que um dia tudo desapareceu… Me senti um peixe nadando num copinho de café e resolvi pular…
Pulei p/ onde deveria ter pulado a muito tempo, graças a Deus tenho uma família boa, empreendedora…
Tudo o que aprendi, todo esforço que não deram valor, agora é p/ mim. Abri uma empresa e agora sou feliz!
Sei que muitos não têm essa chance, mas ser uma Laura depende de escolhas. Escreva no espelho que você é melhor do que eles vêem e reaja!
Foi reagindo que percebi que a frase estava trocada, não era eu que não servia p/ a empresa, era a empresa que não servia para mim…
O texto está perfeitamente claro e objetivo! Espero que as pessoas que lerem e que possuam poder para realizar mudanças necessárias possam “acordar” e ter noção de que estão perdendo grandes talentos por não saberem gerí-los da melhor forma.
Abraços.
Guilherme B.
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Grupo: HSM
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui (ao menos não a sua essência)
Puxa, foi como rever minha história de uma forma diferente…
Sempre fui uma Laura que, além de me dedicar 100% a tudo o que fiz, sempre pedia por mais, por algo maior… Até que um dia tudo desapareceu… Me senti um peixe nadando num copinho de café e resolvi pular…
Pulei p/ onde deveria ter pulado a muito tempo, graças a Deus tenho uma família boa, empreendedora…
Tudo o que aprendi, todo esforço que não deram valor, agora é p/ mim. Abri uma empresa e agora sou feliz!
Sei que muitos não têm essa chance, mas ser uma Laura depende de escolhas. Escreva no espelho que você é melhor do que eles vêem e reaja!
Foi reagindo que percebi que a frase estava trocada, não era eu quem não servia p/ a empresa, era a empresa que não servia para mim…
Publicado por Priscila Kanashiro
Sensacional!!
Exatamente o que acontece em diversas organizações.
Devemos ter cuidado para não desperdiçar um excelente funcionário. Afinal de contas, temos dificuldades de encontrar uma pessoa de qualidade.
O importante em uma situação como esta é conseguir forças internas, traçar metas internas, para de alguma forma nos mostrar valorizados.
Essa semana li um texto muito interessante para esse tipo de situação:
“… onde na porta de uma emrpesa havia uma placa escrita: Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida…
Todos curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa.
Ao organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo… Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA… QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.
Luís Fernando Veríssimo
É Pablo.. vivi isso uma vez.. o resultado foi que a Cast Informática me perdeu.. e perderá muitos mais, pois essa política continua ativa lá, infelizmente.. o Sr. Calazans deveria avaliar isso melhor, pois a empresa está sentindo tudo isso !!
Valeu pelo artigo !!
Fantástico o material.
Recentemente acompanhei uma “Laura” e seu drama semelhante ao do texto.
É dolorido acompanhar o desperdício de um talento.
Abraços
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Grupo: Estudos de Liderança e Desenvolvimento Humano – Brasil
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Gostei muito do texto. Ele realmente reflete situações que vemos em nosso cotidiano profissional. Às vezes a empresa tem até a intenção de não perder o funcionário e, para mantê-lo em seus quadros, acaba por alocá-lo em uma função que não corresponde às suas reais habilidades e competências, obviamente um erro que se não for percebido rapidamente pelos gestores e reparado acaba por “matar” esse profissional.
Publicado por Celina Camargo Bartalotti
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Grupo: Oportunidades no Varejo – Brasil
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Pablo
De fato essa situação está presente em meio aos diversos setores das empresas, e por não existir um acompanhamento dos profissionais, continuaremos a ver isso se repetir muito.
Márcio
Publicado por Márcio Balbino
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Grupo: Web Design Brasil
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Como eu já vivi isso e já vi repetidas vezes. Excelente texto.
Publicado por Mariana Machado
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Grupo: Networking da Região Metropolitana de CAMPINAS
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Pablo, parabéns pelo artigo!
Publicado por Silvio Cressoni
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Grupo: São Paulo in Business – Networking, Executives, Professionals and opportunities
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Pablo, muito boa narrativa. Infelizmente, essa é a realidade de muitas empresas. Aliás, algumas dessas empresas, as vezes, nem sabem que contam com talentos em sua equipe.
Publicado por Ana Luisa Toffuli
LinkedIn Grupos
Grupo: São Paulo in Business – Networking, Executives, Professionals and opportunities
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Incrível !!
Publicado por Dany Campana
Isso traz o reflexo do que as multinacionais que estão presentes em nosso país, não estão aqui para semear o capital intelectual, apenas arrecadar capital e empregar em suas matrizes. Ainda não entenderam o papel de nossos profissionais em um contexto globalizado com idéias inovadoras, empreendorismo e muito talento.
Pablo gostei mesmo desse seu post!
Estarei postando-o em meu blog e dando os créditos à você, tudo bem?
Abraços!
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Grupo: Tecnologia da Informação
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Espetacular! Simplesmente genial, um dos melhores textos corporativos que já li.
Parabéns Pablo A. Andres.
Publicado por Jandson Damasceno Rabelo
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Grupo: Setor Elétrico Brasileiro
Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Gostei muito da materia, pena que nem todo mundo haja assim na vida profissional.
Publicado por Alcy Lago
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Boa vivência, coisas normais que acontecem nas empresas…infelizmente
Publicado por Glauber Barizan
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Olá, Pablo. Excelente seu post. Vale como um grande alerta para ambas as partes. Acredito que muitos profissionais vão avaliar sua situação atual e suas experiências… Lutar por um lugar que poderá se destacar profissionalmente ou buscar recolocação. O que não é saudável é permitir-se “morrer” aos poucos dentro da organização. Abraços, Cláudia Ricci
Publicado por Cláudia Ricci Espósito
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Olá Pablo, muitíssimo obrigada por compartilhar este e-mail. Excelente!
Triste exemplo de como distanciar uma pessoa talentosa e esforçada. A mensagem oportuniza uma profunda reflexão sobre as responsabilidades de líderes e gestores para com profissionais talentosos, comprometidos e entusiasmados. Infelizmente, percebo que quem é bom muitas vezes cai no esquecimento de políticas de RHs. E que algumas empresas não criam condição para assegurar, incentivar, adequar e reconhecer profissionais com comprometimento acima da média. Muitas empresas brasileiras agem e pensam como alguns gestores públicos (caso de gestores ineficaz… existe gestores públicos eficazes, rs..), enxergam somente os necessitados, os excluídos ou os que estão fora do padrão intelectual ou cultural estabelecido pela empresa. Está na hora de acordarmos para tal situação. Um país que se diz estar em desenvolvimento econômico tem que ter empresas que façam além da responsabilidade social para com a sociedade. Cuidar bem de pessoas/profissionais requer um compromisso e uma visão onde a abrangência começa dentro do “quintal” de cada empresa.
Publicado por Jaqueline Godoy
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Excelente artigo!!
Muitas Lauras estão espalhadas por ai. O fato é que desmotivado qualquer profissional "trava", mas motivados somos capazes de resultados que até nós ficamos surpresos.
Parabéns por estimular este debate, bastante válido.
Publicado por Tiago Stifft
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Pablo, o que admiro é muitos gestores que estudam nas melhores universidades do pais, quando não fora, tem anos de experiência e não praticam o que aprenderam na teoria e pratica. É como se houvesse cegueira ou amnésia e há de quem simplesmente chamar a atenção para o assunto!
Vejo que o “EU” sou muito bom e trago resultados salta a necessidade do entendimento do elemento humano motivado, envolvido, capaz e produtivo. Tenho mais de 25 anos trabalhados e a cada dia destes anos vividos dentro de varias companhias de vários seguimentos isto acontecer, porem mais e mais o que se vê é a necessidade de que as relações humanas se sobre ponham ao “EU” e se torne nós e juntos. Excelente matéria!
Publicado por Edilson Salvagnini
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Infelizmente essas coisas são muito mais rarars de acontecerem com os incompetentes.É a moda da inversão de valores.Vejam a opinião do colega Glauber acima: …” são coisas normais…”.É isso que me assusta pois não deveriam ser.
Publicado por Sergio Di Sevo
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Pablo, excelente post! Vale a reflexão.
Publicado por Iasmine Pereira
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Muito bom o texto, reflete situações que cansamos de ver. Muitas vezes os talentos não são utilizados devidamente e a empresa perde o que o funcionário podia dar-lhe de melhor, depois perdo funcionário alegando que ele não tem o perfil ou não está rendendo o esperado. Reter talentos ainda é pouco analisado dentro das corporações. Analisar causas de desmotivações e tentar modificações dentro do quadro raras vezes acontece. A maioria dos gestores acreditam que a empresa vai lucrar mais desligando aquele funcionário e contratando outro. Mas será que é assim mesmo?! Tenho minhas dúvidas.
Publicado por Suzana Almeida
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Sensacional!
Publicado por Raphael Castellano
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Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência
Só não concordo com a frase:
“Ao invés de utilizar esta funcionária fora-de-série numa posição onde pudesse se superar, a empresa a deslocou para um lugar onde ela fracassou.”
Muito impessoal, a empresa não existe, existem pessoas que fracassaram na avaliaçao e na ação de onde e como utiliza-la da melhor forma.
Em geral este subterfúgio do termo “empresa” mascara a realidade da falha da liderança.
Posted by Jose Carlos Vincoletto
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Pablo, exatamente, sou iniciante na carreira, mas vejo tantos Sêniors cometerem esses erros simples, pessoas que entendem muito de negócio e nada de gestão de pessoas, vejo isso todo dia, todo mundo correndo querendo resultados, resultados, eficiência, eficácia, só esquecem de detalhes simples como, quem faz tudo isso acontecer são as pessoas, se você todo dia da sua vida como gestor, não dedicar alguns dos seus minutos a cada pessoa da sua equipe, provavelmente vc já tem um mau planejamento na sua agenda, as pessoas precisam aprender que não estamos precisando de gênios, estamos precisando de líderes e ser líder está muito longe de simplesmente delegar e exigir resultado, ser líder é amar as pessoas sua vida, sua família, o gerente que olhar para sua equipe e não souber dizer pelo menos 2 ou 3 coisas sobre a vida pessoal recente de cada um, já deveria repensar sua forma de gestão…nesse tempo que trabalho com gestão duas coisas me chamaram muita atenção…a primeira foi um dia receber um email de um colaborador, eu e ele já estávamos em outra empresa e a tempos não nos falávamos, o mesmo fez parte de minha equipe e agora é um renomado profissional da área, me dizia ele neste email, Graziela, vim de família humilde e quando te conheci estava naquele cargo discreto e já tinha um certo tempo, sinceramente acreditava que aquilo já era muito principalmente para mim que já tinha 28 anos, e uma das coisa que você sempre me dizia era que eu podia ir muito além, que eu tinha capacidade de ir muito mais longe, que sempre podemos tudo, basta correr atrás, com caráter, garra e determinação, a menos de 1 ano depois eu estou em tal cargo em tal empresa, ou seja, conquistei mais do que minha vida inteira em anos, você tinha razão podemos conseguir tudo que queremos…. a segunda, estava indo com uma pessoa da equipe em uma reunião na sede de um cliente, e ao sair do prédio esta pessoa gentilmente abriu a porta para uma mulher , a mulher entrou, agradeceu, e a pessoa que abriu comentou, poxa ela nem olhou no meu olho para agradecer, isso é tão desestimulador, essas duas coisas me ensinaram que como líderes temos o dever de medir o que falamos, e a postura que adotamos todos os dias, e isso me levou também a, todo dia quando chego na empresa ao invés de ler emails, resolver problemas, ou fazer reuniões, vou até cada pessoa da minha equipe e converso sobre qualquer coisa que não as tarefas que ele(a) tinha que cumprir e jamais deixo de agradece-lo ou ouvi-los sem dar atenção. E acreditem, testem, isso faz uma enorme diferença, pessoas motivadas fazem milagres acontecer, pessoas desmotivadas destroem qualquer lugar.
Publicado por Graziela Simone Tonin
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Incrivelmente verdadeiro…….tantos talentos perdidos, isso é mais comum do que se imagina.
Publicado por roseli marini
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Concordo com o amigo Cesar Merigo – nossos líderes, com a correria do dia a dia, acabam esquecendo de exercer a principal das funções desgnidas a eles, a de liderar! Liderar é conhecer, compreender e auxiliar o grupo a que dirige. Conhecer a equipe é conhecer a si mesmo, é alinhamento de propósitos e objetivos… é a única coisa que nos faz líderes – vencer metas!!!
Abraços.
Publicado por Fabricio Cruz
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Prezado Pablo, os líderes possuem tantas atividades que acabam não exercendo sua maior propriedade… a de liderar! Liderar é conhecer, é auxiliar, é cada vez mais identificar talentos e locá-los nos lugares certos… para juntos, alcaçarem seus objetivos… ao invés disso, preferem simplesmente trocar seus liderados e acabam descobrindo, mais tarde, que fizeram a troca errada!!!
Sem contar o que a amiga Celina comentou acima, acaba “matando” um profissional… desperdiçando um talento e de certa forma, causando traumas. Caberá a outro líder identificar seu problema e ajudá-lo a conquistar sua alto estima, e com isso, sua vida… pois o trabalho aliado e metas alcançadas alegra a alma!
Grande abraço.
Publicado por Fabricio Cruz
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A globalização, a corrida atras de metas, a concorrência, e outros fatores que acontecem e são mais cobrados dentro das Empresas estão engolindo o RH e a sua gestão de pessoas. Tudo está sendo voltado a falta de capacidade da orgamização de uma mudança planejada e harmonica, pois o tempo conspira contra eles…com conseguencia muitos casos como estes acontecem e estão acontecendo com frequencia nestes ultimos anos. A gestão de pessoas está sendo deixado de lado, será o robotismo entrando?!
Publicado por Wagner Rodrigues de Araujo
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Gostaria de complementar esse sério assunto: Trocando em miúdos o segredo dos incompentetes é garantir a presença,isto é, a remuneração mensal.Dever-se-ia, com muita justiça, remunerar a essência ao invés da presença.Somente assim eles irião para o lugar deles: a rua!
Publicado por Sergio Di Sevo
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Cobra-se muito hoje em dia e é exigência do mercado o profissional multitarefa (antigamente se dizia polivalente), capaz de jogar em todas as áreas, atuar em qualquer função, executar além do que é pedido, trabalhar além do horário determinado, acumular serviços (seus e de terceiros). Então as mudanças acontecem (algumas para melhor, outras nem tanto), e devemos buscar inovar e renovar conhecimento, relações interpessoais, aumentar sempre o networking. Mas para que aja um perfeito aproveitamento do capital humano, alguns colaboradores excelentes em certa função ou especialização, porque investiram muito para isso, deveriam realmente ser remanejados para atividades fora do escopo de seu interesse profissional? Torná-lo ineficaz ou insatisfatório por uma questão de layout ou projeto? Não digo que concordo, mas alguns casos devem ser analisados individualmente e não em grupo.
Publicado por Luiz Castello
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Já vivi na pele situação igual a situação em tudo se parece, mas o meu problema era que meu diretor tinha medo do meu gerente e ambos de mim, justamente por apresentar resultados e isso me levou a outros 3 departamentos na empresa no terceiro eu cai fora, já imaginou analista de sistema cuidando de Ativo Imobilizado!?!??!
Publicado por Jose Aguiar
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Caro amigo Luiz: Tenho mais uma sugestão: por exemplo eu me graduei e tenho experiência profissional senior em tudo o que é exigido e graduado somente em escolas de primeira linha.Então eu tenho para mim que sou competente.Pensando melhor,(a sério), acho que me faltou a competencia principal para esses tempos de inversão de valores: eu deveria ter tido a competencia de ser incompetente.Com isso,com certeza, ganharia condições de jogar no lixo a essência, e aprender a fixar a presença.Não serei eu,mas com certeza lá na frente, alguém vai iniciar esse tipo de curso: “adicione incompetencia à sua competencia”, ou outro título melhor.
Publicado por Sergio Di Sevo
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Excelente, muitas vezes contratamos pessoas com perfil e depois a colocamos em outras áreas, por melhor que a pessoa seja é difícil atuar numa função onde não tem talento.
O esforço é muito grande e a auto-motivação uma hora some, o tempo que a pessoa gasta para fazer algumas coisas numa função que não é a sua é muito alto.
Se a pessoa está no lugar certo, coisas que muitos demoram 03 dias para fazer a pessoa talentosa faz em horas e sem nenhum esforço é natural é só consequência.
Publicado por Elaine Cristina de Souza
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Queria entrar nesta discussão, creio que a incompetência não está sobressaindo aos que direcionam as atividades a uma determinada função, se especializando em pontos focais para se sentirem seguros a aplicar da melhor maneira seu trabalho. Fazer aquilo que lhe dá prazer é a melhor forma de fazer bem feito. Porém, Darwin a mais de 50 anos atrás, já dizia que quem não se adapta não sobrevive, e isso é fato. A grande sacada das empresas e saber onde o profissional se adapta melhor e talvez a incompetência venha daí. O profissional que sobrevive hoje é aquele que tem a facilidade de adaptação rápida, e talvez isso seja a competência que falte a quem não seja especialista…
Publicado por Glauber Barizan
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Desculpem, quis dizer 150 anos quando citei Darwin…
Publicado por Glauber Barizan
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Concordo com o Glauber,porém não dá para se obter uma verdade única quando lidamos com seres humanos.Haverá empresas onde o fundamental pode ser qualquer coisa diferente de adaptação.Como as empresas somente existem no papel,então estamos falando de seres humanos, e estes, estão sujeitos as suas próprias limitações e complexos.Tenho visto muita gente complexada arruinando a carreira de outrem.Isso é a outra sequência na fórmula do Darwin.A melhor lição que já pude ler, nesse quesito,apesar de décadas de academias renom.adas, são as que constam no “pequeno principe”.Alí está grande parte do segredo dessa complicada coisa de lidar com seres humanos.
Publicado por Sergio Di Sevo
Excelente percepção! Adorei o texto e mais ainda a quantidade de comentários. Pude observar o quanto isto ocorre e isto faz com que me tranquilize. “Passei” por uma situação parecida mas sei que será passageira, sei o quanto posso contribuir com a empresa mas atualmente sinto que não estou tendo oportunidades para isto. Mas não podemos ficar inertes, temos que estar atentos e buscar por novas oportunidades sempre. Acredito.
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Pablo, esta é uma realidade constante nas empresas. Extrair o melhor de cada profissional é uma tarefa árdua que requer um trabalho de observação e compreensão de cada membro da equipe. Em empresas pequenas o cenário é ainda pior, pois muitas vezes o profissional precisa acumular várias funções devido ao quadro enxuto.Já tivemos vários profissionais talentosos que não puderam ser aproveitados devido a necessidade, cada vez mais urgente, de resultados e pela gama estreita de tarefas disponíveis.
Publicado por Renato Formigoni
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Parabéns Pablo pelo o artigo …
Hoje eu vivo uma realidade semelhante desta historia… O que eu tenho a dizer é que esta é uma realidade típica de empresas que trabalha em pró de reter simples resultado imediatista “que é um tremendo absurdo”, outra realidade que vejo no mercado de trabalho é que as empresas estão leiloando profissionais de forma ao contraria, ou seja…, ao invés de contratar profissionais pela sua experiência e qualificação, as empresas estão buscando aqueles profissionais que traga menos custo … Outra realidade que esta escancarado é a de quem tem vários recrutadores e profissionais de recursos humanos que não tem a mínima qualificação para exercer tal cargo …
Deixo aqui o meu comentário com um tom de desabafo… até mais…
Publicado por Thiago Santana
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
E como as empresas estão cheias de "Lauras", dirigidas por indivíduos que as fabricam em série, pois não entendem (ou não levam em consideração) algo que se chama "gestão de pessoas"! Lembro de um co-fundador de uma empresa que fatura muito no mercado de TI, no final de uma apresentação, justamente quando ele anunciou mudanças estruturais e políticas na empresa. Eu perguntei: mas onde entra a gestão de pessoas em meio a tantas alterações? – Ele me respondeu com outra pergunta: e o que é gestão de pessoas?
A coisa continua a funcionar para estes “diretores” na medida em que o dinheiro aumenta, no caixa da empresa, impulsionado pelas forças mercadológicas, compensando, na visão deles, a saída ou remanejo acidental de muitos profissionais competentes.
Publicado por Ricardo Joris
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Excelente,
Este é infelizmente o retrato da nossa política de Recursos Humanos… vários depoimentos de pessoas que se encontram na Laura, qual o motivo das empresas se comportarem desta forma???
Publicado por Agnes Mattos
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Infelizmente é como eu já disse antes: não são as empresas( são de papel) são os seres humanos que a representam os culpados.Eles são pessoas complexadas,cresceram com a sombra do medo, do fracasso, e com isso portam uma insegurança cronica que faz afastar os competentes de perto delas.Nunca pensam que esses competentes podem até ajudá-las a progredir,fazê-las mais fortes,etc.São negativistas fracassados, em sua maioria, na própria infância.É melhor eu parar por aqui.Cabeça não é minha área.
Publicado por Sergio Di Sevo
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
O verdadeiro líder reconhece e premia competências, pois sabe que quem mais ganha é ele mesmo por ter sabedoria (conhecimento colocado em prática) sobre quais talentos potencias aflorarão para quais atividades específicas, o típico ganha-ganha. Perfeito não acham? Quem dera fosse fácil que chefes que se consideram líderes pudessem esquecer um momento de si próprios e tivessem orgulho ao descobrirem-se "head hunters" corporativos.
Publicado por Andrea Castilho
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Alguém disse : Não existe funcionário ruim. Existe funcionário no lugar errado.
Publicado por Denise Lacombe
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Excelente artigo Pablo! Obrigada por compartilhar conosco.
Infelizmente essa ainda é uma realidade que muitos profissionais encaram dia a dia em suas empresas. É incrível como de verdade a expressão corporal fala alto e é possível de ser interpetrada a kilometros de distância.
De fato, cabe a nós, profissionais que zelamos pelo capital humano, estarmos atento e auxiliando nossos gestores, quando situações de mudança inevitáveis, como no caso da Laura aconteçam, para que realoquemos no lugar certo a pessoa certa.
Realmente, as vezes, ou melhor, muitas vezes, por falta de um pensamento estratégico e conhecimento dos potenciais, estamos expulsando nosso capital intelectual.
Grande abraço!
Élita
Publicado por Élita Silva
Quantas Lauras, existem perambulando pelos corredores de pequenas e grandes empresas?
A resposta é; o mesmo número de profissionais que ocupam cargos de chefia mas infelizmente não possuem a sensibilidade necessária para perceber que a desmotivação e a insatisfação pode destruir brilhantes e competentes profissionais.
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Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência
Pablo gostei muito do material em questão. Acho que cada dia mais estamos fadados e este tipo de situação. O que me entristece muito é que por mais que saibamos o que ocorre, muitas vezes, não fazemos nada para mudar. Acredito que mais do que divulgar, devemos trabalhar mais em prol deste tipo de comportamento. Parabéns.
Posted by Marcelo Almeida
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Discussion: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência
O texto provoca uma reflexão sobre o nosso papel nas organizações. .Acertadamente, o José Carlos aponta que usamos a impessoalidade para nos omitir, entretanto, não se trata apenas de uma falha da liderança, pois neste contexto, a assim chamada liderança representa apenas mais um viés da impessoalidade. Os líderes deveriam ser os primeiros a identificar e atuar nestas situações, contudo, mesmo aqueles sem uma posição formal ou informal de liderança têm influência neste processo.
Dissecando um pouco mais o texto, podemos comentar que:
- A perda de um bom profissional afeta a empresa e consequentemente a todos que dela fazem parte; não devemos ficar passivos a estas situações, não só porque a Laura merece nosso apoio, mas também porque nós precisamos da Laura,
- Não somos invencíveis e capazes de superar todos os desafios, conhecer nossos limites e saber pedir ajuda faz parte do perfil ideal de um profissional. A Laura, assim como todos nós, precisa se expor, ajudar os demais a se exporem e lidar com esta exposição de forma construtiva, aprendendo e ensinando, crescendo e ajudando a crescer.
- Mudar de empresa nem sempre é o mais indicado, mas insistir cegamente num ambiente desfavorável não é aconselhável. Reconhecer o cenário favorável é essencial para o sucesso da Laura, seja na empresa atual ou em qualquer outra empresa.
Posted by Antonio Ribeiro
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Perfeito!!!
Publicado por Wellington Cesar Adão
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Excelente material. É interessante analisar que nem sempre o desempenho está associado diretamente com o esforço e empenho da pessoa. Algumas vezes fatores invisíveis estão presentes em algumas fases ou momentos da empresa e isso é bem difícil de acompanhar, medir ou corrigir pois afeta a alma e o brilho da pessoa.
É bom olhar a equipe e acompanhar seu brilho para manter a todos motivados e mais do que motivados, rendendo e produzindo.
Um dia brilhante a todos.
Publicado por Daniel Zanetti
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otimo post.parabéns
Publicado por Ana Skanska
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
O texto nos oferece vários aspectos para reflexão:
1- Como usamos a impessoalidade para nos omitir (“ a empresa a deslocou…”, “a empresa a deixou…..”), esquecendo que nós somos a empresa, líderes ou não, todos influenciamos e somos influenciados pelas Lauras mundo afora,
2- A dinâmica dos negócios exige uma constante adaptação dos profissionais e podem trazer dificuldades; a forma como lidamos com estas dificuldades é que faz a diferença,
3- Buscar um novo emprego é uma alternativa válida, mas não deve ser a primeira opção. A mudança traz oportunidades de crescimento, mesmo em condições adversas, mas uma avaliação criteriosa do contexto é essencial para tomar uma decisão,
4- Solicitar apoio, orientação e ajuda é um traço presente em profissionais com boa auto-estima e conscientes que não somos perfeitos. Uma discussão saudável sobre problemas aumenta nossas chances de resolvê-los.
Publicado por Antonio Ribeiro
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Excelente! Acredito que existam várias Lauras por aí, que entram com uma bagagem nas empresas, possuem experiência, mas no fundo, quando encaram a realidade, não conseguem manter o brilho na profissão, porque a própria empresa (também) não soube “explorar” esse capital humano, não soube viabilizar o talento. A Laura ficou sem identidade.
Publicado por Thaís Morán
Já conheci algumas “Lauras” onde trabalho. Infelizmente existem pessoas despreparadas na gestão de grandes empresas que acabam deixando isso acontecer e às vezes até as provocam. A solução, no entanto, é procurar um local onde haja gestores preparados, atentos e que saibam enxergar as necessidades de seus profissionais para mantê-los satisfeitos e tendo, assim, um ótimo retorno para a empresa.
Excelente artigo.
Carla Gonçalves
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Pois é amigos, muito importante refletrir também a passividade de Laura. Nós enquanto profissionais sofremos muitas vezes com estas situações, mas devemos também fazer por onde para demonstrarmos que podemos e somos mais do que aquilo que estão tendo de nós. Não podemos entrar no ostracismo e na mesmice e aceitar a nova posição. Mesmo atuando em uma área onde os talentos se equiparam, devemos sempre se auto motivar e encontrar alguma forma de nos diferenciarmos. É lendo , estudando, inovando que sempre conseguimos nos diferenciar. O erro das empresas neste campo é iminente, mas devemos sempre encontrar novos espaços ocupacionais para crescer, mesmo que seja em outro lugar..
Publicado por Adilson Carlos Robes
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Fazendo coro com todos… triste porém real, até demais, este artigo. Não sei o que é pior, saber que fui “Laura” ou que as empresas mesmo tendo consciência, se eximem da responsabilidade que também é delas.
Publicado por Simone Araujo
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Saudações colegas!
Vejo no artigo uma provocação aos lideres do mercado, que devem buscar superar o desafio de montar times vencedores, onde cada uma tem seu potencial explorado e suas deficiências suplantadas. Um mau direcionamento pode acabar com o potencial de um profissional, que poderia muito bem render acima da média em determinada condição.
Posted by Cristiano Quarantani
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Pablo, excelente artigo.
Percebo que o sucesso deste artigo se deve ao fato de hoje em dia não termos mais “estabilidade nas posições” dentro das empresas; e desta forma temos que nos adaptar a cada momento, com qualidade/ produtividade superior àquela função anterior. Cabe a nós gestores de pessoas e processos, termos a sensibilidade de avaliar o potencial e expectativas de cada colaborador verificando sua adequação à nova função, através de trabalhos de Coaching ou Assessment . Por um erro estratégico, pode-se desmotivar pessoas talentosas e com isto todos perdem.
Grande abraço
Posted by Rosimary Tomazi
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” já choramos juntos,
muitos se perdaram no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção . . .
A lição sabemos de cor, só nos resta aprender”
Posted by Ricardo Silva
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Simplesmente “muito excelente” a proposta dessa discussão, grande Pablo. Gostei mesmo. Valeu pela iniciativa, amigo linkediano!
Casos como o de Laura, sempre chamei de “Quando as pessoas se tornam vasos dentro das empresas”. É isso mesmo: tem empresas que relegam grandes pessoas, grandes talentos, a vasos de enfeite. “Culpa” das empresas, dos profissionais ou de ambos? Sei eu…
Postei um texto, em meu blog, que tem relação com esse assunto. Veja (vale para os colegas desse forum idem): http://textosdedoris.blogspot.com/2009/07/o-pavao-e-o-pinguim.html .
Pinguim ou vaso, o importante é não ficar como a Laura. Mas algo me diz, que existem muitas Lauras por aí… será que a gente nunca foi uma Laura pelo mundo?
Abraços a todos,
Dóris
Publicado por Doris Hess
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Adorei o texto e faço minhas as palavras de Gabriel Pescara e Setembro net.
Publicado por Kamila Ramos Maffezzolli
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Muito bom o texto, com certeza a visão de empreendedor da empresa passa também pelo saber aproveitar os talentos que estão nas suas mãos.
Publicado por Ceres Avila
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Nossa..muito bom…já vivi isso na pele
Publicado por Sheila Itaim
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Excelente!
Publicado por Sandro Augusto Silva ‘.’
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Realmente muito interessante. Mas mais interessante foi o número de comentários demonstrando empatia a situação. Fato: a um gestor de pessoas cabe avaliar critérios objetivos e subjetivos. O ser humano não é robô e os critérios subjetivos não devem estar viciados de pré-concepções. E as pessoas falham em suas avaliações e acabam por atingir outras pessoas. Mas não cabe também a quem é atingido pontuar uma auto-avaliação e suas dificuldades? Não faz parte do processo de evolução profissional não ser constantemente tutelado neste sentido?
Publicado por Vanessa Leoncini
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Gostei muito do artigo… melhora a visão para enchegarmos melhor algumas atitudes que são cometidas no ambiente de trabalho e muitas vezes passam desapercebidas ou são rotuladas de outra maneira, como o artigo enfatisa.
Publicado por Lidyane Ponciano
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Excelente artigo, muito bom.
Publicado por Marcos De Faveri
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E em 90% das empresas existe a presença de Laura, mas não sua essência.
Publicado por Vinicius Philippsen
O caso de Laura é normalíssimo dentro das corporações. Conviver com muitas pessoas em uma empresa é uma grande arte. O job rotation também é muito normal, para que as pessoas desenvolvam outras habilidades. o perfil gerencial normalmente é de multifunções e em toda e qualquer empresa, se você alcançar uma meta, terá outra maior pela frente para alcançar, até que você não consiga e carregue uma “auto-culpa” por isso.
Bom mesmo é ser o dono do próprio negócio! Na vida nunca podemos ser ferramenta, temos sempre que procurar ser câmbio!
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Prezado Pablo.
Muito transparente este e-mail.
Caso tenha o currículo desta profissional e possa encaminhar para minha análise tenho interesse em receber currículos de executivas (os) com este perfil.
At.
Nelson Leal
nelson@perfilonline.com
Skype: Headhunternelsonleal
Publicado por NELSON LEAL
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Esta situação é muito viva para mim, pois saí da cia em que trabalhava em janeiro/11, com 32 anos de mercado e após 14 anos de cia com TOTAL DEDICAÇÃO, e,o discurso usado depois de inúmeras mudanças de área, posição, regiões, cidade, e até depois de muito “quebra galho” do tipo, ” eu preciso de vc em tal Estado, região para tal serviço” ouvi que a cia estaria fazendo MAIS UMA reestruturação e que eu não teria mais espaço!!! .
O que nos resta depois de tal atitude, é buscar novos mundos, novas oportunidades, utilizarmos nossos contatos e ir em busca de nosso sucesso, visto que de tudo isso nos fica a experiência e respeito que conseguimos no mercado depois de tantos anos, o qual sempre atendemos.
E o mais importante é não perdermos a motivação e a alegria que temos em cada rodada de negociação,reuniões, etc e todos os agradecimentos e crescimentos que conseguimos junto aos clientes e profissionais que conhecemos nesta trajetória.
O respeito profissional vem se deteriorando a cada ano nas grandes cias e temos que estar preparados para estas situações, buscando aperfeiçoamento cultural inclusive e dentro do possível se adaptar a estas condições sem perder a nossa essência e nossa identidade.
Abraço
Publicado por Jose Luiz Vieira Pinto
Isso me lembra a história de uma firma que mudou de cidade. Dois funcionários queriam saber se se adaptariam na nova cidade. O primeiro perguntou para um morador, “como é esta cidade?”. E o morador disse “como é a sua cidade?” -”A minha cidade é chata, vizinhos barulhentos, crianças na rua chutando bola, ruas sujas, uma chatisse.” O morador respondeu: “Aqui é a mesma coisa ou pior. Fique lá.” – O segundo visitante fez a mesma pergunta. O morador fez a mesma pergunta “Como é a sua cidade?”. -”Ah, lá é uma maravilha. Todos se dão bem, vizinhos bons, meus filhos brincam com os filhos dos vizinhos. Sou feliz!” -”Então pode vir para cá, que você vai se dar muito bem, e vai continuar feliz!”. Moral: Pessoa certa no lugar certo.
Ótimo o artigo. Já ví isso acontecer, talentos indo embora.
Quando acontece isso, acredito que falta um envolvimento maior do alto escalão na avaliação das suas equipes. Eles se contentam com relatórios e esquecem de pôr em prática a gestão de pessoas, tão necessária para valorizar carreiras e formar times satisfeitos.
As organizações que despertaram e mantém seus talentos estão na crista da onda: Apple, Google e Facebook, lá fora, por exemplo.
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É verdade…também estou vivendo algo muito parecido….estou no mercado em busca de uma nova oportunidade, desde o dia 12 de abril. Acredito piamente, primeiramente em Deus, que nosso talento ainda será reconhecido, cada um na sua área de conhecimento, de forma a ser aproveitado e como ferramenta de melhorias de resultados para alguma empresa. Procuro não perder essa FÉ, e dessa forma, me mantenho vivo..
Publicado por Joselito Bueno
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Ótimo artigo Pablo!
Inúmeros são os casos semelhantes. Lideres que sabem realmente utilizar os potenciais que têm em mãos são sempre muito raros. Sofrem os liderados.
Sucesso a todos!
Publicado por João Linhares
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Mt bom!
Aposto muito na particularidade de cada indivíduo, pontos fortes – esses fazem os meus olhos brilharem, pontos fracos – trabalhamos para tê-los numa média. Uma simples receita que não raramente é excluída quando se fala em gestão de pessoas. Alguns líderes tendem ao achismo quando um colaborador é competente em uma determinada função, acreditam que ele por possuir inúmeras qualidades irá continuar no mesmo ritmo num novo desafio, nem sempre, o que vai ser decisivo nesse momento é a percepção do líder com relação as habilidades do funcionário ligadas às características da nova função que lhe vai ser delegada.
Forte abraço.
Danilo Martins
Publicado por Danilo Martins
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Quem estar se sentido como a Laura, busque novos desafios pq, para muitos que comandam UMA EMPRESA fica sempre uma constatação erronea: Ela não era aquilo tudo que esperavamos dela!!!
Publicado por Geraldo Gomes
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Adorei o texto; eu já me senti uma Laura.
Publicado por Patricia Vilas Boas
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Muito bom!! Os líderes deveriam se lembrar dessa estória todos os dias. Eles não sabem que pessoas felizes trabalham mais e melhor???
Um abraço
Publicado por Ricardo Lucki
Com a quantidade de pessoas discutindo o mesmo assunto, não é preciso dizer mais nada, esta claro o quanto muitas mudanças tem prejudicado o profissional e a empresa.
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Òtimo artigo. Mais do que encontrar talentos que possam agregar valor a empresa, a empresa deve reter e desenvolver estes talentos da forma correta.
Publicado por Mayalu Medeiros
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Excelente artigo. Eu mesma já passei por isso e é horrível. Em determinado momento me sentia totalmente incompetente, algo que eu sabia que não era, visto que já tinha alcançado tantas metas, trazidos tantas melhorias para empresa. E o caminho natural é o de procurar outro lugar. E infelizmente, quase todas as empresas tem a “sua Laura”…
Publicado por Márcia Silveira Pessoa
Adorei o texto.
Para não passar por isso, trabalho pra mim mesmo. rsrs
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Realmente o artigo é ótimo, me pergunto se um dia isso acontecer comigo o que fazer? Claro que nem quando realmente amamos o que fazemos, não significa que estamos motivados todos os dias, mas como Laura, se eu estivesse no lugar dela, não lamentaria, mas procuraria voltar a fazer aquilo que me da prazer e sei que faço com copetencia e amor, falaria com meu superior, ou quem me contratou, como no texto o Pablo foi quem me contratou e ele via tudo o que acontecia, quem sabe poderia ajudar a resolver esse problema, fica aqui minha #Dica para quem esta com esse tipo de problema e se não resolver, calma, é só uma fase que vai passar, fica de lição para as próximas empresas e próximos chefes que virão…..
Publicado por Patricia Porfiro
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Muito bom! Como uma pessoa otimista por natureza, penso que as Lauras são pessoas inteligentes e extremamente capazes… Com tempo e planejamento acredito que é possível tomar novos rumos….
Publicado por Patrícia Britto
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Nossa. Parecia estar lendo minha história de algum tempo atrás…
Publicado por Laura Ghazi
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Tão mais comum do que imaginamos, infelizmente.
Ótimo texto.
Abçs
Publicado por Flavia Rocha
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Quem perde mais com isso? Empresa ou colaborador?
Publicado por Juliana Galletta
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Isso realmente acontece e com mais facilidade do que pensamos, e quem perde com isso (respondendo tambem a Juliana), são ambas, embora para o colaborador fique bem pior por afetar sua alto estima e com isso fazer com que ele leve esse sentimento pra qualquer empresa que vá posteriomente. É uma lástima, mais acontece periodicamente principalmente em empresas de grande porte.
Publicado por Alan Jhonson
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Excelente artigo !!!
Publicado por Jonatas Machado de Souza
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Muito boa reflexão!
Publicado por Cecília Prado
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Pablo, este texto é fantástico! Tenho passado por alguns momentos difíceis como a Laura do texto e neste momento estou fazendo exatamente o que foi colocado. Sou um profissional em busca da empresa certa, no lugar certo, com o gestor certo.Espero que eu alcance isto ainda neste ano. Se Deus quiser! Obrigado por compartilhar!
Publicado por Douglas Silva de Sousa
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Pablo, este artigo infelizmente reflete um cenário muito comum no mercado de trabalho. Infelizmente ainda convivemos diariamente com pessoas que, por medo de perderem suas posições precisam “esconder” alguns talentos, o que essas pessoas não sabem é que poderiam aprender muito se trabalhassem em conjunto.
Parabéns pelo post.
Publicado por Tatiana Negrini
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Artigo aprovado. Acredito que os profissionais que ocupam cargos Estratégicos precisam pensar melhores formas de reter seus talentos. É necessário lembrar que muitos profissionais hoje em dia tem buscado um bom ambiente para trabalho e muitas vezes deixam supostos altos salários para terem qualidade de vida.
Publicado por Rafaela Santos RP
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É interessante como algumas situações são espelhadas em nossas vidas. Na última empresa em que trabalhei, inovei e executei muita coisa que beneficiou totalmente a mesma. Mas, desde que fui contratado, na entrevista com o meu Gestor, percebi que teria problemas por desenvolver o meu trabalho com comprometimento, eficiência e competência, muitos dos atributos que lhe faltavam. E não possuía nenhum grau de liderança. Este Gestor estava há 12 anos nesta empresa e a unica ação que promovia, era defender o seu alto salário, que com certeza, jamais iría conseguir ganhar em outra organização. E, na crise de 2008/2009, quando a crise nos atingiu, a empresa estava comemorando 100 anos e gastou demais nos festejos e não teve o retorno desejado nas vendas em dezembro de 2009, então qual foi o resultado: corte em massa em Fevereiro de 2010 e já não estando sob a gestão deste chefe, por estar em outro setor, mas por minha infelicidade e falta de ética deste gestor, permaneci em sua folha de pagamento e como este precisava cortar alguém do quadro, me escolheu, sem o menor critério, a não ser o fato que o incomodava deste o início, poís tinha sido indicação de um grande amigo, que ocupava o cargo de Diretor deste departamento, mas após um tempo este deixou a empresa e desta forma, foi o pretexto para o meu gestor (pitbull) descartar-me. Apesar de ter realizado muitas coisas boas na área, que facilitavam a tomada de decisão e ser requisitado por outras áreas, que precisavam do meu conhecimento, para resolver pendências. Como o corte foi bastante severo, atingindo todos os níveis, não tive nem a quem recorrer. E, hoje pelo fator idade, estou desempregado.
Publicado por Francisco de Paula Villela Marques Junior
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Que texto! me identifiquei totalmente
Publicado por Rayka Campos
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Há pouco tempo, saí de uma situação como a que se encontra a “Laura”.
O verdadeiro Lider é aquele que consegue aproveitar o que seu funcionário tem de melhor a oferecer para a empresa num todo.
Sua postagem me anima em saber que existem ótimos profissionais que gerenciam suas equipes olhando as “pessoas” que nelas estão.
Publicado por Katia Alessandra Pagassini
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Hoje me sinto uma Laura completamente e confesso é muito complicado mudar isso, mas por outro lado percebo que o fracasso não é somente meu ,e me entristece muito perceber que o RH inexiste é apenas um sonho distante !
Publicado por Alessandra Gnan
Pablo,
O texto é excelente, e reflete a realidade do mundo corporativo, várias empresas precisam rever a atitude de seus líderes, mas é difícil mudar.
Pedi demissão por me sentir desmotivada e assediada, mas acredito que vou me recolocar em breve, não podemos nos abater, ser forte é preciso.
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Grande parte das empresas não define papéis e responsabilidades para os cargos. Se isso acontecesse, os talentos poderiam ser identificados mais facilmente e as chances de erro seriam menores. O profissional deve identificar-se com as atividades. Sem definições claras fica realmente difícil. Por isso, em uma entrevista, nunca deixe de questionar o recrutador sobre suas principais atividades, sobre o organograma da área, sobre os desafios e resultados esperados. Certamente você será mais assertivo na contratação de uma nova empresa.
Publicado por Ana Carolina Barbosa
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Um ótimo texto acredito que muitos conseguiram visualizar isso em suas empresas. O que me questiono não é a visualização, mas de que forma proceder frente a problemática. Como indicar aos gestores que seus talentos muitas vezes estão sendo desperdiçados? A dificuldade de Laura não se deu frente ao seu silêncio? Sua falta de proatividade?
Trabalho diariamente com a dificuldade de meus colegas no trato com seus gestores. É nítido o medo, o receio, o pânico que muitos tem ao dialogar com os mesmo, o que por conseqüência os “afoga” como Laura.
Acredito que toda a carga negativa tem se voltado aos gestores, com indicação de ingerência, de parcialidade quando ocorrem casos como esses, no entanto, não são raros os relatos de pessoas que não dão um passo a frente para a resolução desses problemas, que apenas lamentam por via expressa ou por gestos como Laura, perdendo o brilho.
Não indicaria a Laura essa postura. Alias, não será Laura a dona desse perfil antes visualizado como perfeito?
Avante! Percamos nossos medos!
Laura, levanta a cabeça, sacode a poeira e dá volta por cima…
Publicado por Victor Bresolin
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Paraabens pelo texto !! Assim como muitos eu tambem ja me senti uma Laura, mas trabalhei e tenho trabalhado muito para nao ser “Laura.”
Grande abraco Angela
Publicado por Angela Cabral
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Gostei muito e tomeia liberdade de divulgar no meu Grupo SPDM. Parabéns!
Publicado por Claudio Costa
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Já passei por algo parecido.
Publicado por Rogério Rodrigues
Ao ler este artigo, infelizmente me encaixei na situação da Laura, mas o grande diferencial é que eu sei do meu talento e onde eu quero chegar, estou sempre em busca de novos desafios, e me atualizando profissionalmente a cada dia. Pois o conhecimento é algo que nunca, nem nínguém poderá tirar de nós.
Como já dito pelos demais colegas, em todas as organizações tem Lauras, as que não tem oportunidade porque são especialistas em algo que ninguém mais sabe fazer, podando assim o seu crescimento, as que lutam por melhorias e não são bem vistas por falar a verdade ou por não concordar com o “jeitinho brasileiro” de fazer as coisas, são sufocadas por aqueles que usam de subterfúgios como, “políticas da boa vizinhança” e a turma do deixa pra depois, são também apagadas por Gestores despreparados e sem expertise, que não sabem ouvir e gerenciar pessoas acima de tudo.
O que as empresas precisam entender é que todos os profissionais tem as suas aspirações, uma vez não atendidas gera automaticamente a frustração. E a situação se agrava quando uma vez o getor toma conhecimento da situação e não toma nenhuma atitude, transmite para a diretoria, presidência, a resposta negativa ante a um problema.
Pablo parabéns pela inserção deste texto, farei questão que ele atinja um número maior de pessoas.
Abraço à todos.
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Parabéns pelo artigo. Com certeza já passamos por isso, ou pelo menos conhemos uma “Laura”.
Publicado por Sonia Villanova
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E ainda havia quem perguntasse a Laura porque não sorria mais…
Publicado por Carol Martins
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Excelente texto!!!!
Estou percebendo que esta sensação é mais comum que eu imaginava!
Ótima publicação Pablo
Publicado por Everton Emerenciano
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Realmente muito interessante e persistente a nossa realidade!!!
Publicado por Juliane Almeida
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Uma excelente lição de casa.
Grata
Publicado por ana maria de alencar
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O FUNCIONÁRIO CERTO NO LUGAR ERRADO perde-se o talelento
O FUNCIONÁRIO ERRADO NO LUGAR CERTO quebra-se a empresa.
Escutei isso do meu primeiro chefe. E demorei para entender . Hoje lendo esse texto voltou na memória.
Publicado por Cecilia Dias
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Meu nome é Cláudia, mas podem me chamar de Laura. Acabei de ser desligada devido a uma situação muito similar ao texto. Por sinal, excelente artigo. Um abraço,
Publicado por Cláudia Simões Fernandes
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Muito bom o texto, eu mesmo só entro em um escritório se for na minha área que sei que sou bom, que é área trabalhista, não aceitaria advogar em outra área porque eu seria a Laura também.
Publicado por ALEXIS MAGNUS DA COSTA E SOARES
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Pura realidade.. Quando as empresas irão acordar e cuidar melhor de seus talentos, hein??
Publicado por Luciane Cypriano Larangeira
Boa tarde
Certamente Pablo me sinto a Laura, deixe-me dizer como foi a ocasião: fui contratada na implatação do rh dentro da empresa, a principio me ocuparia de tarefas como recrutamento e seleção e algumas atribuições de administração de pessoal, estava motivada e me superava em minhas atividades tanto que fui convidada a auxiliar minhas colegas de profissão nas vagas de suas unidades, não demorou muito fui promovida para trabalhar no escritório central, lá eu fui incumbida de uma serie de rotinas administrativas e pouco direcionadas ao que a principio havia me contratado, no entanto me esforçava ao máximo para desempenhar as minhas novas funções, foi uma fase difícil.
Aos poucos fui me sentindo uma inútil pois estava fora das discurssões, das tomadas de decisão e temia esboçar qualquer opinião por melhor que fosse, fui aos poucos sendo esquecida, e um belo dia entrou um novo gestor e este na ocasião me procurou e questou-me sobre a minha trajetória profissional, contei tudo a ele, e percebi no seu semblante que estava preocupado.
O clima com equipe ficou tenso e muito inconstantes todos temiam a demissão, porém mudanças boas aconteciam e eu finalmente voltara a me sentir útil e produtiva.
Mas as mudanças …. chegou o momento da reestruração muitas contratações com salários bem melhores e a minha expectativa aumentara, no entanto estar ali para todas os momentos difíceis e ser esquecida novamente me fez tomar uma decisão… sai da empresa e hoje busco recolocação.
Não sei se fiz a melhor escolha mas com certeza precisava arriscar.
Abraços a todos!
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Boa Noite!
Pablo,
Esse post fala tudo que muitas empresas não percebem, todo profissional é um potencial maravilhoso cheio de possibilidades, mas nem sempre é identificado como tal.
Quem nunca se sentiu uma Laura???
Parabéns!!!
Publicado por: Maria Josineide da Silva Santos
Muito bom o post, é uma pena que muitas empresas tomam essa atitude.
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Mais um ótimo Texto para REFLEXÃO, quer seja do lado da empresa, quer do lado profissional de cada um.
Publicado por: Jayr Silva
Parabéns, Pablo. Excelente artigo, porém infelizmente vemos muitas Lauras dentro das empresas, e é muito comum. Porém devemos sempre fugir de sermos mais uma Laura, além disso não ser assim tão simples. O trabalho tem que nos motivar a sempre querermos mais, sempre buscarmos por resultados e quando isso não acontece, algo de errado deva estar acontecendo e é hora de revermos a situação. Algumas empresas se blindam com estrategias e gestões de pessoas e equipes, outras preferem a substituição como solução a rever suas estrategias.
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Excelente texto! E tudo isso acontece com mais frequência do que se imagina.
Publicado por: Cristina
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Muito bom.. realmente o perfil de cada um conta muito!
Publicado por: Regiane
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Muito legal este artigo, não quero ser uma Laura!!
Publicado por: Regiane
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Parabéns, amigo Linkediano !!! Ótima a sua iniciativa em dividir esse maravilhoso texto … Excelente Post!!!
Publicado por: Marcos Anderson
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Oi Pablo, parabéns pelo texto! Ontem, na aula de um curso de pós graduação em Gestão Estratégica de pessoas falávamos disto e por incrível que pareça, muitos da sala sentem-se com a Laura…
Publicado por: Débora
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Muito bom o texto…e infelizmente é uma realidade de muitos…..
Publicado por: Cristina
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Quem nunca viu um profissional nesta situação ou nunca passou por esta situação. Profissionais que durante anos tiveram suas avaliações com ótimos feedbacks, mas com alguma mudança mal planejada/digerida, se tornaram “incapazes” de se auto motivar ou de demonstrar resultados acima da média…
Publicado por: Ricardo
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Infelizmente, istó, é mais comum do que imaginamos. Quantas vezes já não me senti como Laura, mas uma coisa é certa, e a equipe tem um gestor comprometido e que respeite os seus funcionários, é bem provável que não aconteça. Gostei muito do texto.
Publicado por: Camila
Eu me sinto a Laura. Sei que posso muitas coisas mas nem sempre o saber é suficiente! Você tem que deixar de ser voce para ser o que querem que seja.
Eu ainda não aprendi a não ser “Eu”!!! E não quero me anular para enquadrar nos padrões muitas vezes inúteis. Não rende o serviço, voce se transforma em um “vivo morto”. Se o preço é tão caro, prefiro não pagar!!!
O mundo corporativo esta cheio de Lauras e Lauros, pena que os gestores não enxergam isso.
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Acredito que a grande maioria ja vivenciou algo parecido.
É uma pena realmente as empresas perderem ótimos funcionários simplesmente por não perceberem suas reais habilidades…
Publicado por: Alessandra
Bom dia Pablo!!!
Infelizmente tenho de dizer que o seu post é maravilhoso e adequado em qualquer época. As empresas são feitas não dos produtos que fazem ou dos serviços que prestam, mas de pessoas, que na maioria das vezes não sabem lidar com esse tipo de situação. Mudanças são difíceis tanto para que as viencia, quanto para quem tem de orquestrá-las e, nem sempre as decisões tomadas são as mais acertadas.
Existem muitas Lauras, por aí.. Isso tb acotneceu comigo, mas tomei uma atitude, pedí demissão e estou à busca de uma nova posição, numa empresa em que eu possa ter a essência, trabalhar feliz, motivada, com vontade. Isso não tem preço !
Temos de ir atrás do que queremos, nós sabemos o nosso valor, o que fazemos bem feito e com ótima performance e precisamos enfrentar e dizer às empresas, “que não é assim que se pode gerir pessoas”. Onde estão todas as ferramentas ? Precisamos de “cutucar, provoca” a empresa e tomarmos a iniciativa. Do contrário, o número de Lauras será cada vez superior e não podemos aceitar essa situação.
abs, Ana Justino
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Boa Noite!
Busque a Experiência Perfeita! Se contente sempre com o melhor!
Acredite em você e não tenha medo de errar! Inovação é desafiador.
Abr,
Daniel Gonçalves
Publicado por: Daniel
Olá Pablo!
Tenho uma forma de enxergar esta situação: nas corporações algumas pessoas, como a Laura, estão preocupadas em executar da melhor forma possível as suas tarefas, sempre visando o sucesso da empresa que, acreditam elas, resultará no sucesso de todo o grupo. Ao ter este foco, acabam não percebendo algumas nuances do que ocorre a seu redor, principalmente no aspecto político. Acabam se dando melhor as pessoas que não estão tão preocupadas assim com o sucesso do grupo, muito menos da organização, e monitoram de forma “eficaz” os movimentos que podem prejudicar a suas carreiras, bem como as oportunidades de alavancá-las. Muitas vezes, o próprio gestor da equipe se enquadra no segundo grupo de pessoas, e aí o resultado é previsível.
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Adorei, e estou me sentindo uma Laura….
Publicado por: Adriana
Olá Pablo!
Realmente as empresas tem o mau abito de rotular seu colaboradores outras conseguem até identificar o ponto fraco do funcionário através de testes de raciocínio lógico entre outros, mas é só. Não fazem o menor esforço para que este funcionário se torne mais produtivo. Todo o perfil pode ser trabalho e transformado desde que empresa e colaborador trabalhem em equipe.
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O ser humano tem vários gigantes que precisa despertar e a motivação é o maior deles.
Conheço pessoas que tem talento e não fazem sucesso porque ele sozinho não constrói o sucesso de ninguém.
Conheço pessoas que são perseverantes, persistentes e determinadas… Tenho constatado que isso ajuda… Mas não define o sucesso.
Muitos buscam a educação, tem inteligência, são criativos, mas tudo isso depende de apenas uma palavra para construir vitórias… Essa palavra é “atitude”.
Quando o trabalho é um prazer à vida é uma alegria… Quando o trabalho é um dever a vida é uma escravidão.
O mundo é dividido entre otimistas e pessimistas.
O otimista enxerga oportunidades nas dificuldades e o pessimista apenas enxerga dificuldades nas oportunidades.
As pessoas estão sempre no meio do caminho. Os motivados fazem… Os desmotivados reclamam.
A verdade é que um ser humano sem metas é um ser humano sem destino. Se vivemos de resultados, antes precisamos ter ideais, sonhos, metas e objetivos.
E metas são sonhos com data marcada.
Se alguém, de alguma forma, escorrega na vida, eu procuro mostrar que um campeão não se conhece pelo tamanho do tombo… Um campeão se conhece pela capacidade de levantar-se.
E por que o nosso tema fala de ética?
Porque não se pode fazer sucesso à custa dos outros, fazer cortesia com chapéu alheio, transferir o problema.
Sucesso é bom. Não é fácil ou difícil. Ou melhor, pode até ser difícil, porém, se for a sua opção, vira verdade…
E o preço para isso acontecer é estudo, foco, determinação, inteligência, conhecimento que destrói incertezas, relacionamentos, rede de contatos, criatividade… E só terão valor verdadeiro se vierem somadas a três palavras chaves: motivação, atitude e ética.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Publicado por: João Carlos
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Olá João Carlos,
Parabéns. Muito bom esse texto e considerações, extremamente oportunas. Reflexivo. ótimo!
Abraço,
Jayr Henrique
Publicado por: Jayr
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Ótimo texto! esta situação acontece a todo momento nas empresas.
Publicado por: Maria
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Excelente texto!!! Infelizmente é o que mais se vê no mundo corporativo, vc se prepara para assumir uma determinada posição e começa a se destacar, afinal a posição assumida está em linha com o que vc buscava…aí alguém tem a brilhante ideia de realocá-lo em um novo desafio na empresa, desafio este que vc não queria, mas nessas horas falar “não” está rotulado como suicídio profissional e alguns meses depois vc fica marcado como inconpetente….o final da história a gente já conhece.
Publicado por: Marcelo
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Excelente texto. Infelizmente a realidade que frequentemente observamos são de empresas que oferencem sim novas oportunidades ( isso é ótimo) mas não aceitam (ou não enxergam) quando o colaborador não se encontra nessa nova posição, deixando assim de extrair dele o melhor que tem a oferecer.
Publicado por: Denilson
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Discussão: Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.
Gostei muito do texto, bem pertinente a questão !!
Publicado por: Flávia R.
Pablo,
Infelizmente passei pela mesma situação, felizmente passei.
ótimo artigo.
Abraços
Cleide Vieira